Lewis Hamilton, O Monstro Sagrado da F1, Se tornou o Mito dos Mitos em Portugal
Eu tive a sorte de ver pela RTP quando esta era mesmo RTP, com os comentários de Adriano Cerqueira, José Pinto e outros grandes do jornalismo desportivo os comentários de vários grandes prémios de Fórmula 1, em especial aqueles cuja diferença horária me permitisse assistir em directo pela caixa que mudou o mundo. Não vi o mais trágico de todos (e ainda bem) dos últimos 40 anos porque de certeza que não iria aguentar a dor que muitos sentiram na altura e esta dor ainda se sente de alguma forma, mas não estou aqui para falar de tragédias, mas sim de algo que faz lembrar o génio que transmigrou no 1º de Maio de 1994. Num Grande Prémio de Portugal que foi realizado no Autódromo Internacional do Algarve e onde quase ninguém do público cumpriu as regras do Covid-19 (nem vale a pena comentar), a corrida teve tudo para ser considerada uma das corridas do ano, até que na 20ª volta, as temidas flechas de prata ou balas de prata tomaram conta da festa. Uma delas deu-me mais uma vez a sensação que...