Falta Coragem
Estou fartinho de ouvir falar em falta de médicos, é algo tão repetido como os incêndios florestais porque ambas as coisas acontecem quase sempre no Verão, mas nos tempos mais recentes, a falta de médicos é tão crônica como uma enxaqueca num hipertenso.
Esta falta ficou pior depois de dois eventos: o primeiro foi quando o primeiro ministro Pinto de Sousa retirou a exclusividade dos médicos trabalharem para o SNS no início da carreira e mais tarde a senhora Tremido ao acabar com a gestão empresarial dos hospitais públicos.
Como a primeira causa diz: os médicos eram obrigados a trabalhar para o SNS quisessem ou não e a segunda cortou a liberdade que os hospitais tinham para contratar médicos quando fosse preciso, não havendo demasiada espera nas urgências e as listas de espera iam sendo reduziadas aos poucos, mas a senhora loira deu cabo de tudo para fazer favores não sei a quem.
Existiu uma oportunidade de ouro para resolver este problema nos tempos da pandemia quando apareceram alguns médicos temporários para ajudar na luta contra a pademia e graças ao poder socialista e a Ordem dos Médicos estes profissionais foram dispensados após o fim da luta contra a pandemia.
Outra fonte de resolução para este problema seria aproveitar os vários imigrantes que são médicos (sobretudo os leste-europeus) e se não é o ministério da saúde é ordem dos médicos que usa de várias ferramentas burocráticas para que estes imigrantes especializados sejam impedidos de ajudar o país de acolhimento.
Sim, falta coragem ao governo resolver o problema da falta de médicos, porque tem as ferramentas, mas não tem coragem para as usar e o ministério da sáude precisa de gente compente e não de incompetência...
Ansi Parlait Nietzsche
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