Ayrton Senna Do Brasil .... Não, Ayrton Senna do Mundo e do Cosmos

Este ano, na Feira do Livro fiz um investimento na minha pior adição que são livros e por consequência o hábito de ler e ler muito e vos venho falar de um dos livros que fez parte da minha carteira de investimento.


Ayrton Senna do Brasil, biografia do melhor piloto de fórmula 1 de todos os tempos que morreu enquanto corria no Grande Prémio de São Marino no dia 1º de Maio de 1994 e que é ainda considerado o GP mais trágico de sempre em mais de 70 de F1.


Livro escrito pelo jornalista britânico Richard Williams e editado em Portugal pela Editora Glaciar, despertou-me a atenção numa das minhas acções de investimento na  Feira do Livro de Lisboa 2024 (sessões de autógrafos e compras) quando andava a procura de material para o meu investimento que é ler e comprar livros e no segundo dia comprei o livro sobre o G.O.A.T da F1 e que estava com desconto.


Quando comcei a leitura deste livro, tinha acabado um livro de fantasia que lembra Harry Potter e Senhor dos Anéis, e senti um chamamento para esta biografia e o comecei a ler no dia em que tinha um exame e uma consulta da asma nas consultas externa do Hospital de Santa Maria.


Como é crónico do dito hospital, entre admissão e ser chamado levou umas horas e comecei a leitura do livro porque é sempre melhor ler do que estar agarrado ao telemóvel e ao começar a ler o livro dei por mim como estivesse na cidade de São Paulo em 1994 nos dias entre a morte de Senna e as suas exêquias e desatei a chorar, ao ponto de quem passava por mim, pensou que eu tinha perdida um ente querido, e todos olhavam para mim...


Num certo ponto de vista,  é como tivesse perdido um ente querido no dia 1 de Maio de 1994. 


Para quem é das gerações mais recentes pode não dar importância, mas quando existe um desportista que tem poder de ser a candeia que ilumina as trevas em que nossas vidas estão e este mesmo desportista perde a vida, sim é como fosse a morte de um ente querido e, segundo o livro de Richard Williams, a perda foi sentida a nivel global, existindo consequências trágicas desta perda.


Para quem é crente é de uma coincidência arrepiante é que Senna passou para o Circuito dos Céus com a mesma idade de Cristo, e isto daria ainda mais pano para mangas se isto foi apenas coincidência ou terá uma leitura religiosa.


Passados 30 anos da morte de Senna, só encontro um duelo no desporto que lembra os duelos que Senna travava com o seu grande concorrente Alain Prost... Ronaldo x Messi; sei que são de desportos diferentes, mas a rivalidade não deixa de ter semelhanças.


Para quem gosta de desporto no geral, é um livro de leitura obrigatória e para que nunca seja esquecido o legado do melhor piloto de F1 de sempre.


 


 


E como alguém disse: um ser humano morre duas vezes: uma quando deixa de respirar, a outra quando alguém deixa de falar dele...


 


Para sempre Senna


 


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