Hipocrisia anti-semita, ou nascer do verdadeiro neo-nazismo
Na Universidade de Columbia, Estados Unidos, os alegados activistas pró-Palestina e pró-Hamas bloquearam a entrada a judeus nas instalações da dita universidade e para quem não sabe no século XIX na Áustria apareceram uns parasitas anti-semitas que assediavam alunos apenas por serem judeus e mais tarde já sob a ocupação nazi, judeus foram proibidos de entrar em universidades.
A dita geração mais bem preparada de sempre (e sim esta definição aplica-se dos dois lados de Atlantico) que acaba por ser a menos preparada de sempre, usa a contestação contra um dos lados do conflito israelo-árabe e que ficou ainda mais violento com o crime de 7 de Outubro.
Infelizmente o terrorismo nazi nas universidades não ficou apenas pela UC, se espalhando por todas as universidades americanas, ou quase todas, impedindo milhares de alunos de estudar ou porque são judeus ou porque não se juntam a quadrilha.
Estes terroristas de diploma da geração menos preparada de sempre que vive de frases de impacto, telemóveis e cabeças mais ocas do que a cabeça de um camarão tomaram de assalto as universidades e as autoridades locais nem mexeram um pelo púbico para resolver e o mais próximo que se teve de uma resolução contra este acto de terrorismo interno foi no Texas onde uns quantos terroristas foram presos.
Esta peste do anti-semitismo tem raízes na Idade Média e teve surtos como qualquer vírus pandémico e a maior pademia deste vírus apreceu no século XIX foi nos anos 30 do século XX e se esta geração menos preparada de sempre usou os compêndios de História como papel higiénico.
Acontece que existem universidades resolveram dar o chega aos meninos mimados e deram a punição que os pais deles nunca deram e já apelaram para a polícia de choque e já começou a limpeza em algumas univsersidades.
O mais grave ainda está a acontecer na Universidade da Califórnia em Los Angeles onde os estudantes controlam as entradas contra a apresentação de uma pulseira (ou será uma nova estrela de David amarela nos tempos do nazismo) e quem não tem a pulseira não entra....e quem tem a pulseira não são os judeus.
Fora das universidades acontecem manifestações violentas nas cidades principais e ao ver estas imagens e quem foi bom aluno em História vai sempre recordar-se dos crimes dos nazis contra judeus e outros indesejados pelo 3º Reich, crimes os quais estão preputados em imagem e som.
E no meio da geração menos preparada de sempre aparecem alguns membros das comunidades LGBT que apoiam o Hamas contra Israel se esquecendo que Israel é gay frendly e por outro lado nada é mais homofóbico do que o islão....
HOLOCAUSTO NUNCA MAIS
Boa noite
ResponderEliminarDiz "HOLOCAUSTO NUNCA MAIS", totalmente de acordo.
Contudo parece-me que os dirigentes Israelitas - não confundir Israel com Judeus - parece terem esquecido o que sofreram ao longo dos séculos (e que culminou no Holocausto de 1939-45) para fazerem o mesmo a outros povos.
Não quero acreditar que os Judeus que o sofreram na pele o queiram ver agora repetido contra os Palestinos. Seria uma ironia que assim fosse.
Não devem descarregar a sua frustração em outros, deveriam descarregá-la nos Europeus Cristãos que sempre os perseguiram e espoliaram de bens, família e Pátria.
Holocaustos Nunca Mais, sejam cometidos onde forem e contra quem forem.
Bom fim de semana,
Zé Onofre
mas os universitarios apelar para o holocausto e ainda o elogiar não lembra a qualquer ser humano com dois dedos de testa
ResponderEliminarBoa tarde
ResponderEliminarCertamente que não. Mas está de acordo a nazificação que se tem vindo a verificar por todo o Ocidente - De Vladivostok, passando pela Europa, até à Califórnia.
Agora o Governo Israelita - continuo a distinguir israelitas de Judeus - com a desculpa do Holocausto que os Judeus sofreram, não pode atuar da mesma maneira do que o nazismo, e não só, contra os Palestinos.
Penso que foi um erro os europeus, manipulando a recém criada ONU, se livrassem do "problema Judeu", que os próprios europeus do Atlântico aos Urais criaram, para entregarem ao Sionismo - o primeiro presidente do novo Estado de Israel foi David ben-Gurion dirigente Sionista, que tem por ideologia recriar "o grande Israel do mar Vermelho ao Eufrates". Os "Cristãos" europeus sempre perseguiram os seguidores da religião "Mosaica", esquecendo o que S. Paulo escrevia aos seus discípulos - «Gálatas 3:28 - Bíblia Online - NVI Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus.»
Mais uma vez os "cristãos" não foram Cristãos, ou teriam aceitado os de religião Judaica como Cidadãos de Pleno Direito nos Países em que tinham nascido.
Zé Onofre
infelizmente este anti-semitismo está no ADN do cristianismo, sobretudo nos católicos (ver inquisição) e nem é preciso recuar assim tanto porque não se viu nem um sussurro do S.G. da ONU em relação ao sete de Outubro após a morte de vários inocentes
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