Energia Solar, a energia suja que se diz Limpa

No penúltimo programa, Prova dos Factos emitido na sexta-feira 5 de Abril de 2024, foi mostrada sem quaisquer dúvidas de como a a dita energia limpa chamada de solar, consegue mais suja do que a energia nuclear ou mesmo a que é extraída dos combustíveis fósseis.


No programa de grande reportagem transmitido pela RTP foram mostrados de como esta "opção verde" consegue ser mais suja do que estrume de vaca e mexendo em muito estrume deixado pelo governo socialista de António Costa.


Nesta mesma reportagem que abordou várias empreitadas de construção de painéis solares, que tiveram como custo o abater de milhões de árvores até de espécies protegidas com grande capacidade de retenção carbónica e serem igualmente resistentes ao fogo, como o sobreiro, ainda por cima sendo uma das árvores que suportam a economia nacional devido a 60% da cortiça mundial vir de Portugal.


O caso mais conhecido ou marcante foi caso da Quinta da Torre Bela, conhecida pela "Discussão da Pá" nos tempos do PREC e a mesma foi ocupada durante o PREC.


Foi na mesma quinta que aconteceu em tempos de governo socialista de Costa, aconteceu um massacre de espécies cinegéticas na mesma quinta e da qual muitos comentadores de esquerda estavam a salivar de raiva porque o fizeram e fizeram por uma energia "mais limpa".


Devido a grande superfície destas empreitadas e ao facto das vítimas da energia verde serem árvores protegidas por lei, estas mesmas empreitadas tinham que passar por vários estudos de impacto ambiental, mas estes além de serem ambíguos, foram sempre submetidos pela mesma empresa com nomes levemente diferentes.


Segundo o mesmo programa, a construção é feita através de uma subsidiária de uma empresa sul-coreana de energia "limpa" muito amiga do governo de Costa que com vários truques conseguiu manipular presidentes de câmara nas áreas afectadas ou contar com a colaboração dos mesmos porque vários eram/ou são socialistas.


Este crime ambiental será a fonte de energia do Data Center de Sines, bem como do hidrogénio "verde" e do aço "verde" e enquanto não estiver concluído este crime ambiental, as indústrias "verdes" que saíram das catacumbas socialistas e financiadas com os impostos dos que trabalham em Portugal e com fundos europeus estão paradas.


Estas indústrias "verdes" de tão "verdes" que são já foram abandonadas pelo resto da União Europeia, mas na latrina turística da Europa querem avançar e nem falam dos impactos na quantidade de CO2 no ar devido ao abate das árvores e dos detritos causados pelo descarte da parafernália associada a energia solar e na redução da área de florestas nacionais, já de si em risco devido aos incêndios florestais.


E ao fim das contas onde estão os activistas do ambiente....?



Ansi Parlait Nietzsche


 


 


 


 


 

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