Transformers: O Despertar das Bestas, ou o Despertar de uma grande Franquia
Enquanto DC e Marvel se encontram numa autofagia declarada devido ao colocar o "progressismo" Woke nos seus filmes, adulterando as suas franquias a descarada e exontando público aos milhares dos cinemas e dos streamings com os prejuízos e fracassos consecutivos; a "terceira via" nos filmes de superheróis (Hasbro) com a ajuda da Paramount aproveita-se dos fracassos ao lançar filmes com uma dose de "testerona" tóxica e valer umas horas interessantes.
A Paramount em co-produção com a Hasbro pegou na franquia meio rejeitada pela crítica e pelo público como a franquia Transformers, criou dois spin-off e nesta última juntou as franquias num filme bem realizado, com uma fotografia de encher os olhos e que valeram as duas horas e 24 minutos sem intervalo.
O elenco comandado por Anthony Ramos e Dominique Fishback encheu-me as medidas neste belo filme realizado por Steven Caple Jr. acabou por reconciliar o público e a crítica que tinham azia com os filmes realizados por Michael Bay com um filme que de certeza compensou os "falhanços" (que não achei serem falhanços) com uma película que (dando um spoiler) abriu um gancho para outra fusão de franquias, ou neste caso é mais um cross-over, com outra franquia da Hasbro: Action Man, a qual tinha ficado com gancho ainda antes da pandemia.
Não posso dar uma nota baixa nem cortar valor em algo que me deixou bem saciado após mais de 2 horas de filme projectado na sala 3 do NOS Colombo
Nota: 5
em 5 ![]()
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