Pré-Reacção Reagida Em Relação ao meu pior Vício
Durante as últimas semanas as minhas leituras andaram pelas distopias, ambas do mesmo autor e ambas mais actuais do que nunca pelos piores motivos: a primeira: "O Triunfo dos Porcos" e a segunda: "1984" (ambas escritas por George Orwell) e se a primeira é a crítica geral ao marxismo sobretudo a corrente soviética do mesmo que não é assim tão distante do capitalismo; a segunda é muito mais abrangente e arrepiante estando representada em toda forma de totalitarismo ou manipulação de massas presente hoje em dia em todo lado, seja em Portugal ou na China Vermelha.
E lendo três distopias de seguida (já tinha lido antes "O Homem do Castelo Alto") resolvi dar uma pausa as disotpias e mudar a agulha em termos de leituras e como já tinha feito a pré-compra da edição limitada do mais recente livro de José Rodrigues dos Santos e que escolhi como novo "produto de vício" e que fui levantar hoje a Fnac dos Armazéns do Chiado.
E mais uma vez fui a uma sessão de lançamento, não só para conhecer a obra, bem como para cortar a rotina dos dias mais recentes e ao ver apresentação senti um arrepio na espinha porque além da actualidade das distopias lidas, o que se passa na China Vermelha e com genocídio Uigure feito por mãos comunistas que nada difere do Holocausto e com o silêncio quase cumplice do mundo inteiro porque a China Vermelha tem dinheiro e boa parte da economia do mundo na mão.
Dei por mim a recordar-me das distopias lidas e a pensar que grande bosta fez o Nixon em abrir relações diplomáticas com a China Vermelha e não os ter deixado lá para o canto enquanto estavam em quase-guerra com a URSS e depois via-se o que iria sobrar porque se isto acontecer, muito provavelmente o mundo tinha menos facínoras no mundo com que se preocupar.
As palavras ditas na sessão de lançamento além de me ter deixado ainda com mais vontade de ler uma livro que mais uma vez é o reflexo da verdade e que nos serve de alerta para o mundo que nos rodeia.
O Major General Arnaut Moreira que foi o orador na apresentação do 24º romance daquele que no meu ponto de vista é um dos mais injsutiçados escritores por parte do Comité Nobel disse numa certa altura que num mundo cada vez mais digital e onde a pressão do tempo, a gestão do tempo para ler é uma arte; de facto para 99,95% dos humanos é verdade, todavia há uma pequena minoria que troca o excesso de tempo que passa no digital pela leitura, seja em e-book ou em livro em papel e felizmente faço parte desta pequena minoria que ainda consegue gerir o tempo e não entra por metaversos.
Quando acabar de saborear a nova obra de José Rodrigues dos Santos que remeteu de novo para as distopias reais, voltarei a falar no mesmo livro e darei a minha opinião final e apenas espero que o mundo nunca se torne uma enorme distopia.
Façam um favor a toda humanidade e sejam paradoxais: leiam em vez de imitar o rebanho que passa o tempo no metaverso do digital porque o segredo do ser humano é este paradoxo de ser individual dentro de uma sociedade como animal social... não é a toa que todos os Soldados de Terracota de Xian são todos diferentes...
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