Crimes Contra os Direitos das Mulheres no Irão e os Lábios Vermelhos Desaparecidos

Mais uma vez, infelizmente, a espoliação de direitos das mulheres volta a ser notícia e mais uma vez volta a ter religião nesta equação e para não ser estranho neste roubo, o factor religioso volta a ser o Islão que é "vendida" como a "Religião da Paz" embora nenhuma religião seja "da paz" quando esta tem cargos de poder numa qualquer nação.


Desta vez são as mulheres iranianas que simplesmente querem ser mulheres e gritaram um alto e sonoro "basta" ao uso do "Hijab" e a proibição de cortar o cabelo como quer e por gritar pela sua liberdade roubada há 43 anos por um "amigo" de Moscovo radical religioso, pagou o derradeiro preço, o que provocou uma reação em cadeia por activistas dos direitos das mulheres por quase todo mundo civlizado menos num país....Portugal.


Bem, Portugal nos tempo mais recente, tem tido um conceito de civilização um pouco exótico, baseado talvez no Wokismo e num anti-americanismo não-assumido da comunicação social que passa o tempo a passar as novidades da guerra da Ucrânia (chegando mesmo a encher o telejornal com a dita guerra) ou então dado corda a uma qualquer manifestação Woke que 99.999% da população nem quer saber a mínima.


Na volta casos como o assassinato  por espanacamento da jovem Masah Amini de 22 anos nas mãos da Gasht-e Ershad (Patrulhas de Orientação ou Moral) por ter apenas uns fios de cabelo a mostra que saiam debaixo do seu Hijab (lenço usado para tapar a cabeça porque segundo a tradição islâmica, é vergonhoso, uma mulher depois da menarca ou primeira mestruação, mostrar a cabeça em público).


Gostava de saber onde estão os membros do grupo dos lábios vermelhos que após este crime contra a humanidade se saber, ficaram calados num silêncio quase cúmplice e que mostra de que lado estão em termos humanos, históricos e políticos; bem como todas aquelas activistas estundantis, ambientalistas e nem sei o que mais, que dão corda a miniatura do Adolfo Bigode de Pincel ou se preocupam com o impacto ambeintal dos pensos higiénicos; mas quando uma mulher é assassinada por apenas expôr uns fios de cabelo debaixo de um lenço de seda, nem largam o telemóvel para vierem para rua gritarem como MULHERES que são....e pela liberdade das MULHERES no mundo...


Nem sei como classificar este activismo lusitano a não ser classificar ele como franquia de Moscovo ... é a única coisa que posso dizer sobre a geração Telemóveis e ainda bem que nasci na geração Coca-Cola .... é sinal que a minha caixa craneana ainda funciona....


 


 


Ansi Parlait Nietzsche


 


 


 


Post-Scritptum: Porque as activistas dos direitos das mulheres e dos direitos humanos não se manifestam em Portugal

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