CP - Comboios Paleolíticos
Em relação a CP esta vai ser 2 pelo preço de 1 porque vai ser uma lista de erros acumulados que não têm qualquer razão para existir nos tempos actuais onde já se está no século XXI, mas a dita empresa ferroviária pensa estar no século XIX ou algo assim.
Começando pelo mais grave, a mesma empresa tem uma política para pessoas com dificuldades de mobilidade que é mais uma proibição para todos os passageiros que tenham qualquer dificuldade de mobilidade e por algum motivo sejam utilizadores de cadeiras de rodas ou equipamentos semelhantes para locomoção porque todos os passageiros têm que preencher um formulário a solicitar a mesma companhia paleolítica autorização para poderem ser passageiros e têm acontecido casos de recusas.
O assunto em questão tem passado de forma demasiadamente silencioso nas redes sociais já si engarrafadas com os problemas do SNS e dos incêndios florestais para não mencionar o futebol nacional que está nas suas jornadas inciais, mas que deveria de ter mais interesse por parte dos media devido a gravidade e sobretudo devido a ilegalidade.
Esta proibição implícita se mostra porque nem todos os horários têm este "serviço" disponível e nem todas as estações têm as mínimas condições para pessoas com problemas de mobilidade como é o caso da viagem psicadélica do arquitecto espanhol Santiago Calatrava que sem qualquer noção de ergonomia porque a mesma plataforma tem uma distância para o degrau do comboio não inferior a 40/50 cms o que é um pesadelo para qualquer passageiro subir, agora imagine-se para uma pessoa com problemas de locomoção e depois a CP ainda vem impôr quando quer ou não transportar pessoas com problemas de locomoção...Mas para transportar o turista, quase lambem o chão que este pisa.
Outro acto desnecessário que vi por parte desta companhia é outro acto de proibição de acesso aos serviços, desta vez no que concerna nos comboios de longo curso quando estes prestam serviço urbano e suburbano não permitem a entrada de passageiros possuidores de título de transporte deixando estes em terra esperado por vezes quase meia hora por outro comboio porque este ser o "rápido" quando as paragens realizadas são as mesmas do urbano ficando eu a pensar onde fica a palavra "rápido" e depois é ver os revisores na palataforma quais cães ou mesmo cabeças de gado bem nurtidas a vigiar quem é o "pobre" que entra no comboio dos "ricos" apesar da rota feita ser a mesma.
Para quase concluir vêm as péssimas condições do material circulante onde as carruagens cada vez mostram não passar de dinossauros moribundos onde nem o ar condicionado funciona e as luzes, bem estas seguem pelo mesmo caminho.
Nota de encerramento, os Srs. da CP ainda reclamam de melhores condições e fazem greves e fazem tudo para reduzir o já de si paleolítico serviço prestado e ainda vem o ministro do ambiente dizer para se usar a ferrovia, então venha ele de surpresa sem os guarda-costas e sem as televisões para saber como é bom utilizar os serviços da CP.
Ansi Parlait Nietzsche
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