Ai Credo as Trancinhas da Rita Pereira São Ofensivas.... Mas Para o Senso Comum, Casamentos Forçados é um Crime Real E O Parlamento não Faz Nada
Se há coisa que destesto no mundo é hipocrisia, e outras são cumplicidade com crime, o crime por si mesmo e voltar ao assunto neste mesmo blog duas vezes seguidas quando se tratam de violações de direitos básicos.
No parlamento português existe um grupo de trabalho que compilou num "livro branco" propostas legais para acabar de uma vez com os casamentos infantis que acontecem em Portugal, sobretudo nas comunidades minoritárias em Portugal sobretudo para não dizer exclusivamente na comunidade cigana e que segundo o matutino lisboeta Público, tal peça legislativa já deveria de ter ficado concluido em Dezembro de 2021 e foi sendo adiado até 2022.
Segundo alguns meios de comunicação social estes casamentos forçados têm consequências desde da retirada ao direito ao acesso ao ensino como tem levado a casos de suicídio já documentados e o parlamento português dominado pela esquerda enviou as propostas para a gaveta talvez por ser politicamente incorrecto ou para satisfazer alguns interesses da esquerda.
Se as vítimas dos casamentos infantis estiverem a espera da ajuda do parlamento, então mais vale encomendarem a própria morte porque esta vai chegar muito mais depressa porque o parlamento se preocupa mais com o Chega ou com a coca cola ou dieta vegana do que se preocupa com os direitos humanos e ainda se dizem de esquerda e defensores dos direitos humanos.
Sobre o que se passa de outro lado do Atlântico e sendo delicado nas palavras, estou-me nas tintas, estou-me borrifando; mas não me estou nas tintas quando se violam direitos humanos em Portugal e ninguém de direito mexe uma palha porque não lhe apetece legislar em nome dos direitos humanos porque estão entretidos com as galinhas poedeiras e com os eventos do outro lado do oceano, enquanto grande parte dos direitos básicos das mulheres são violados com a cumplicidade do poder políticos...que rica coisa é Portugal.
Ansi Parlait Nietzsche
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