Chegamos ao Limite ou o Primeiro-Ministro Julga que todos comem gelados com a Testa
Com as urgências hospitalares mesmo sem serem as urgências de ginecologia e obstetrícia a encerrarem mesmo em Lisboa e Vale do Tejo que serve (coisa pouca) quase metade dos habitantes de Portugal e a acontecendo o mesmo na região do Porto (quase outro tanto) e para tornar ainda mais crítica esta situação ser um fecho... generalizado, o Sr. Primeiro Minsitro iniste em manter aquela que é a pior ministra da saúde de sempre desde do 25 de Abril, conseguindo ser pior do que Correia de Campos.
Não me lembro de ver o SNS nesta situação de destruição total onde a única solução é uma limpeza dos seus reponsáveis começando pela minsitra e respectivos administradores hospitalres e de área regional de saúde que são os culpados directos por este caos digno de um país em estado de guerra como a Ucrânia ou o Mali.
Ninguém toma medidas concretas, ninguém tem coragem de chamar os bois pelos nomes e assumir as responsabilides de um crime constituicional que se pode até enquadrar num crime contra a humanidade e apenas se vê a criação de comissões e palavras ocas sem qualquer valor e sem qualquer consequência
Portugal, em termos de saúde chegou ao ponto de não retorno e ninguém se mexe porque tem vinho para beber porque se faltasse vinho era o suficiente para acontecer uma revolução na terra dos brandos costumes porque se viu como todos andavam flipados quando haviam restirções na venda de vinho e outras bebidas conexas nos tempos mais quentes do bicho que veio da China.
Antes daquela coisa loira chamada Marta Temido ter subido para o cargo de ministra da morte lenta , digo, da saúde; existia uma coisa chamada hospitais SA ou Hospitiais Empresa que funcionavam de forma independente do Minsitério da Saúde e tinham sobretudo liberdade de contratação dentro dos limites detreminados pelo Tribunal de Contas e a grande consequência deste medida era que as urgências nunca fechavam e nunca havia falta de especialistas.
Mas como Portugal tem na saúde um conjunto de cervejas mortas que nem para temperar bifanas servem e que num qualquer país civilizado como o Brasil já tinham sido demitidos sem grande demora, em Portugal não o são e ainda são protegidos não só pelo o PM bem como um legião de apoiantes que usam toda a espécie de argumentos exdrúxulos para defender a Sra. Temido desde usar a falácia da discriminação sexual até a algeada competência (quero saber aonde, então depois de ter acabado com os hospitais EPE dizendo que estes eram uma estrutura faraónica), mas a defendem mais do que a própria mãe.
Dou por mim a pensar quando há idiotas que usam o facto de defender a permanência de Marta Temido como ministra da saúde não foram as mesmas que há a coisa de 30 anos não atiraram pedras contra Leonor Beleza e pediram a demissão dela quando quase nada se sabia sobre o HIV/SIDA devido ao sangue contaminado que nos foi enviado pelo "notre ami" Miterand, mas na altura os hospitais ainda ia funcionado.
Agora se uma ministra foi demitida a outra igualmente tem que ser demitida e não tem que ser defendida porque com o ar esquiziofrénico a senhora em questão se ainda ter vergonha na cara teria que sair do cargo e não nomear uma comissão que nada vai resolver.
Se continuarem a fechar urgências tenho vergonha de ser português e cada eleitor do PS é cúmplice de um homícidio em massa por negligência e que chegou o tempo de ser travado e não são as vacinas que o fazem mas sim a estupidez de quem nomeou uma incompente para ministra e na volta aquele todo elenco na saúde que para nada serve a não ser para chupar o tesouro público.
Ansi Parlait Nietzsche
Comentários
Enviar um comentário