Há 30 Anos a Rainha Divina da Música Voltou Para Casa...
Hoje passam 30 anos sobre a transmigração para o Valhala daquele que pode ser considerado o cantor de todos os cantores (para alguns) ou de uma forma geral um dos melhores cantores de todos os tempos.
Quando soube da morte de Freddie Mercury estava na casa onde morei durante 28 anos da minha vida e digamos que recebemos a notícia com choque porque estava na memória de todos as obras-primas criadas pelo génio e pelos seus irmãos de grupo durante a década de 80 e devido a este querer manter segredo do seu estado de saúde, o seu derradeiro álbum em vida, Innuendo, tinha uma vibração única.
Mas sendo português, e sendo fã de António Variações, quando vi o videoclip de The Great Pretender, senti que algo não estava bem, não soube dizer ou exprimir, mas senti que algo não estava bem e foi ouvindo na rádio até que há 30 anos, a bomba explodiu.
Para quem gosta de música foi uma tragédia com reflexos ainda hoje sentidos porque a música acutal é uma espécie de conglmerado sem qualquer sabor ou sentido onde o que conta não é qualidade mas sim a imagem transmitida pelos alegados cantores mesmo que estes cantem menos que o duo Milly Vanilly e apesar disto conseguem atrair um rebanho de fãs.
Mas a vida como tudo na existência humana é um show e este tem que continuar...
E Freddie Mercury nos ensinou que não existem limites quando um ser humano deseja ser não apenas uma estrela, mas sim uma lenda e esta lenda deixou marca duradora em várias gerações de cantores que fazem com que o seu legado continuem por eras sem fim.
Curioso como um artista que voltou para o seu lugar de criação ainda tem tantos fãs e muitos deles que apareceram depois da obra-prima protagonizada por Rami Malek o que ainda mais reforçou este legado já de si exemplar e não deixa de ser curioso como os descendentes dos primeiros fãs dão continuidade a este legado de um músico que criou em conjunto com os seus irmãos de obra, músicas para todas as ocasiões...
Músicas que nos faziam reflectir na existência de um deus superior e nos questionava se ele iria gostar daquilo que a humanidade fez ao mundo que foi criado por ele; mas tamabém nos tinha avisado num rádio que não tem nada de gaga sobre o futuro da música, o papel da ´radio ao longo dos tempos e se esta é a nossa companhia.
Nos ensinou que os amigos serão amigos, que temos sempre até ao fim numa rapsódia boémia e que aquele toque de magia que nos rodeia é o milgare que todos precisamos nos dias da nossa vida, e duma forma ou de outra o amor em excesso nos faz bater as botas num conto de inverno e acabamos sempre por apelar ao amor materno e que por mais que não queiramos de uma forma ou de outra somos uns grandes fingidores e apesar de tudo somos uns campeões do mundo porque o espectáculo tem que continuar....

Freddie Mercury : ☼ Stone City- Zanzibar, 5 de Maio de 1946 - † Algures no ∞ do cosmos e da nossa alma
The Show Must Go On....
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