Será que um Orçamento de Estado Vale a Liberdade de uma Nação ou a Venda da Alma ao Diabo como Fosse Fausto de Goethe
O debate do Orçamento do Estado 2022, que toda a nação espera ser um orçamento pós-pandémico e de recuperação do tempo perdido a conta da peste chinesa mas pelo visto o governo ou desgoverno socialista quer aprovar o orçamento a todo o custo mesmo que este custo seja castrar as liberdades individuais ou culturais da nação.
Para passar o orçamento o desgoverno está a ceder a todos os mandos e desmandos de um partido que é um parasita dentro do parlamento de seu nome PAN, quando impõe restrições alimentares nas escolas, restrições nas touradas (quase proibindo); impondo uma agente ambientalista que pode ser considerada quase nazi e depois aparece um rebanho que parece apoiar os parasitas; mas não vai votar.
Por outro lado, congelam os salários da função pública e por tabela do resto da classe trabalhadora, não mexem nos flagelos da nação como a falta de habitação ou a falta de qualidade na educação ou os cada vez maior número de crimes relacionados com o álcool porque para uma camada de idiotas o vinho dá saúde, força e é o sangue de Cristo e por isso no vinho não se toca mesmo que morram mulheres a conta da violência doméstica.
A cultura é humilhada com a menor dotação orçamental desde 1976: menos de 1%; e a leitura para o desgoverno é um perigo, porque aqueles que lêem são inimigos perigosos e podem minar a ditadura que é construida por estes porcos saída da quinta Manor que usam as redes sociais como Goebells e todos os esbirros de Hitler usavam as ondas da rádio para transmitir as suas mentiras e influenciar as massas e ainda hoje o mesmo método ainda continua e em relação aos assaltos feitos à cultura e nas bombas de gasolina, os movimentos de indignados e que se lixe a troika têm um silêncio cúmplice com a presente semente de ditadura que impõe um suposto bem comum quando este bem comum não passa de uma falácia.
É triste ver uma nação que tem uma cultura tão rica, se ajoelhar perante um partido de parasitas por uma lado e por outro lamber o chão dos turistas que já começaram a entrar em Portugal e que ainda não viram metade da realidade desta pseudo-Cuba da Europa onde todos os animais são iguais, mas uns mais iguais do que outros....
Ansi Parlait Nietzsche
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