Presidência Portuguesa do CM da União Europeia...O Apaziguamento Revisitado
Nesta semana o governo da Hungria que consegue ser mais abjecto que aquele senhor do cabelo laranja que foi durante 4 anos o homem mais poderoso do mundo publicou uma lei de censura a comunidade LGBT que no caso da Hungria é apenas mais uma lei contra os direitos da comunidade LGBT, depressa foi contestada através de uma documento assinado por 12 países-membros da União Europeia e condenado pela própria presidente da comissão em pessoa.
Mas Portugal alegando neutralidade não reagiu nem a lei do Sr. Orban e muito menos ao documento colectivo por parte de mais de 1/3 dos membros da União Europeia da qual Portugal faz parte.
Esta repúdio foi mostrado no Euro 2020-1 quando o capitão da seleção alemã usou uma braçadeira arco-íris na ArenA de Munique e a mesma esteve com as cores do movimento LGBT em forma de protesto contra mais um atentado aos direitos humanos por parte do governo húngaro.
Esta lei é apenas mais uma violação dos direitos humanos por parte do governo de Orbán que além de atacar a comunidade LGBT, não respeita os refugiados nem lhes dá qualquer apoio deixando-os em condições sub-humanas, é exercida censura na imprensa e a situação é tão feia que até o partido de Orbán foi corrido da família política da qual pertencia no Parlamento Europeu.
Como pode ser possível Portugal alegar dever de neutralidade quando um dos membros da União Europeia viola os direitos humanos e sendo tendo a presidência do conselho de ministros não se mexe nem reage perante estas violações e não pune dentro das regras da União Europeia a Hungria e todos os outros países que cometam violações dos direitos humanos, agora neutralidade perante violações de direitos humanos; isto pode ser considerado uma política de apaziaguamento contra violação de direitos humanos.
Nada que me surpreenda vindo do presente governo que tem boas relações com a ditadura da China Vermelha usando como desculpa o acordo da passagem de Macau quando a China está a pedir que seja vista com alguma distância não só devido as constantes violações dos direitos humanos bem como a quase certa origem da peste que assola o mundo e o facto de ter retardado o anúncio a OMS dá para desconfiar em relação a origem do dito vírus.
Resumindo; não pode haver de forma alguma política de apaziguamento quando se trata de violação dos direitos humanos a não ser que o país que adopte esta mesma política seja cúmplice destas mesmas violações porque quem cala, consente e a mais conhecida filha de Heródoto de seu nome História ensinou no passado que quem escolhe este política nunca tem um futuro muito brilhantes e sobre isto, Winston Churchil, um dos homens mais perigosos da Europa segundo Adolf Hitler e um dos Grandes Líderes dos Aliados disse a seguinte frase após Neville Chamberlain, seu antecessor ter seguido a política do apaziguamento e ter baixado as calças perante os Nazis e ter permitido a invasão da Checoslováquia em 1938:
"Entre a desonra e a guerra, escolheste a desonra, e terás a guerra"
E não deveria haver tolerância para seres como Orbán, Bolsonaro (que já há muito passou dos limites) ou Xi Jinping, só para dizer alguns seres inúteis que existem no planeta Terra....
Ansi Parlait Nietzsche
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