Dia Mundial da Rádio em Plena Pandemia
Hoje passa mais um dia mundial da rádio em tempos estranhos onde o mundo anda perdido sem sentido e ainda a procura de respostas a conta de uma peste que cada vez mais se confirma que surgiu na China e o pior cego é aquele que não quer ver.
Nos tempos actuais onde tudo que é informação é manipulado e a música que é criada vale menos do que a poesia barroca excepto quando é criada por algum dinossauro que ainda esteja vivo, e o principal veículo de divulgação é a filha de Marconi e Landell de Moura que apesar de não ter a potência que teve nos 50 e 60 do século XX ainda tem um lugar especial na alma de cada um de nós seres pensantes.
Todos nós temos uma qualquer boa recordação de um qualquer momento quando estávamos a ouvir rádio ou mesmo quando a rádio foi aquela amiga para os momentos chatos da vida ou mesmo para embalar o amor da nossa vida e para esta montanha russa de emoções temos que usar as rádios nostálgicas que passam as "peças de museu" musicais, de quando a música era mesmo música em qualquer género que se possa imaginar e não os pudins instantâneos que as rádios com mais audiência nos querem vender.
A maravilha que foi cantada de forma icónica pelos Queen e relembrada pelos Buggles quando no boom da geração MTV (os Queen já tinham sido a génese avant-la-lettre com Bohemian Rhapsody) lembraram que o vídeo tinha matado a estrela da rádio, hoje seria a boa aparência e a estupidez matou a estrela da música e da rádio.
O que é garantido, apesar dos impactos que tem sofrido, a rádio se tem mantido viva, embora trêmula e ainda continua a ser a companhia de muitos nem que seja através dos telemóveis nos tempos negros que a humanidade agora atravessa...
para lembrar a rádio....
duas pérolas sobre a grande magia
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