Sinceramente estou-me nas Tintas para as Eleições do EUA
Nos tempos que correm de regresso de pandemia, o mundo dos media se consola com a possível queda do poder de Donald Trump e para mim era igual ele ganhar ou perder.
O que deve ser extraído pelos media, se estes cumprissem o seu dever de informar e não passassem de feudos partidários sobretudo da Gerigonça, era observar de como na nação da Coca-Cola ao contrário do país que segundo alguns não passa de p...s e vinho verde teve coragem para correr do poder um líder incompetente e na nação da cortiça, sardinhas, futebol e santinhos; se abestêm de votar, dão corda a uma psicótica que apoia um suspeito de pedofilia em vez de fazerem o mesmo que os Norte-Americanos que no final das contas são mais povo do que os portugueses.
E nisto os media em Portugal não têm a coragem de falar e nem ligam muito as eleições regionais nos Açores que deram o troco a António Costa quando este deu um golpe palaciano no parlamento e o PS parecia alguém a quem o jantar tinha caído muito mal.
Apenas espero que os EUA tenham mesmo dado uma lição ao mundo e que o escolhido ou aparentemente escolhido pelo povo americano não seja tão labrego quando o seu antecessor e que a China Vermelha seja colocada no seu lugar e que um certo verme da ONU seja corrido de lá para nunca mais lá aparecer e seja substiuído por uma pessoa capaz de assumir a responsabilidade.
Não festejo e nem fico triste com o resultado; todavia admiro a coragem do povo norte-americano, verdadeira manta de retalhos cultural e étnica ter dito chega um incompetente, enquanto na terra do bom vinho voltaram a colocar um incomptente como primeiro ministro e que afundou a nação numa ditadura com laivos de nazismo e de estalinismo e que ao mesmo tempo está nas mãos de um partido parasítico que mais valia ter sido irradiado do parlamento português se em vez de ficarem em casa, fossem votar.
E ao mesmo tempo que se consolam com o circo mediático das eleições norte-americanas, a peste chinesa voltou com força e as duas barbies não sabem ainda como lidar com ela e muito menos sabe o resto da república e anda tudo sem tino....mas com muito vinho nos beiços
Para concluir já se vê porque taxam de forma selvagem a Coca Cola e o vinho tem uma taxação inferior... é que enquanto os eleitores estiverem bêbados continuam a votar sempre nos mesmos e continuam sempre a ouvir sempre os mesmos ministros da propaganda, porque quando deitarem o vinho no esgoto e beberem Coca Cola... Portugal será finalamente uma real democracia...
Ansi Parlait Nietzsche
Se os portugueses discutissem e se incomodassem como a nossa realidade como discutem e se incomodam com as tropelias do Trump – como se a criatura tivesse alguma relevância para o nosso quotidiano – seriamos, de certeza, um país e uma sociedade muito melhores.
ResponderEliminarOra nem mais, temos demasiadas preocupações em Portugal, para nos preocupar com o que se passa nos EUA.
ResponderEliminarTemos que olhar mais para o nosso quintal se como nação tivermos mesmo vontade de melhorar alguma coisa