Já foi lançado o Manuscrito de Brikenau, Conclusão de O Mágico de Auschwitz

Aproveitei o facto de ainda estar de férias para conseguir um convite para a cerimónia de lançamento e sessão de autógrafos de mais recente obra-prima de José Rodrigues dos Santos.


Devido a pandemia, a mesma cerimónia foi adiada para hoje e nem se viu o mesmo fluxo de pessoas da última cerimónia de lançamento deste romance biográfico de Herbert Levine e que chegou até nós graças a Werner Reich que num encontro quase fortuito com o pivot da RTP foram lançadas as sementes de uma obra-prima digna de um prémio Nobel.


Foi uma cerimónia mais sombria e não tão efusiva quanto a primeira, mas as palavras da jornalista Judite de Sousa que apresentou a mesma cerimónia deixou antever que devido ao conteúdo do romance iria-se entrar no lado mais sombrio da humanidade num tom já de si pesado por causa da pandemia que nos assola.


Ao ouvir as palavras do Sobrevivente Werner Reich por um lado e por outro ouvir as palavras sábias do Rabino Shlomo Pereira consegue-se apreender que não vai ser algo fácil de se ler porque além da continuação da saga de Levine de Francisco Latino; nesta obra fazem parte manuscritos dos Sonderkommandos, que para quem não sabe eram corpos especiais de judeus que estavam encarregues de manter a maquina da morte a funcionar ou a 13ª esfera do inferno a funcionar e os mesmos Sonderkommandos eram eliminados periodicamente.


Esta força de trabalho encaminhava os judeus que eram escolhidos para serem executados de forma sumária para as câmaras de gás e depois levavam os restos mortais para os crematórios estes mesmos manuscritos foram enterrados em Auschwitz e outros campos de concentração por Sonderkommandos com o relato com o que se passava nos campos da morte e no mundo ocidental só dois líderes tiveram a iluminação de ou chamar a atenção para o que se passava ou mesmo agir para pelo menos salvar os seus concidadãos e foram eles: Winston Churchil e... Benito Mussolini porque o resto do mundo ocidental livre (EUA, Brasil, Canadá, Portugal, Espanha....) e como nações não fizera nada e apenas foram alguns cônsules que fizeram aquilo que os governos nunca fizeram.


A pesquisa feita por José Rodrigues dos Santos descobriu que ainda estão vivos dois membros dos grupos de Sonderkommandos, mas ainda não vou ainda entrar em detalhes antes de ler o livro.


Ambos os livros dão que pensar nas atitudes que tomamos como seres humanos e as palavras do Rabino Shlomo Pereira foram certeiras quando afirmaram que a dignidade do ser humano como indivíduo reside no ser diferente, nas suas diferentes em relação aos semelhantes e é esta particularidade que nos torna dignos de ser humanos.


Se estas palavras se aplicam para analisar os crimes cometidos pelo  3º Reich, têm que ser transportadas para a actualidade onde a presente peste chinesa é a desculpa para toda espécie de atropelos aos direitos Humanos e ninguém tem visão para isto e que aconteceu há 80 anos parece ser apenas para nerds de história e não deve ser tomada como exemplo quando o deve ser tomada como exemplo.


A José Rodrigues dos Santos apenas desejo um prémio Nobel e aos leitores deste blog a recomendação que compre este livro ou pelo menos liguem para a biblioteca mais proxima da vossa área de residência ou saber se ainda têm bilblioteca intenerante  a nível municipal na vossa área de residência e leiam este livro e refllitam um pouco. Ontem fiz um vídeo no Youtube que serve de lembrete sobre este necessidade fundamental para pensarmos antes de agir em algumas coisas do nosso dia-a-dia.


 


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