Tímida Reconstrução, e Muito Medo e Estrenheza
Eu hoje, depois de ter saído por três vezes na minha folga em três dias diferentes consegui compilar dados empíricos e visuais sobre as duas primeiras semanas de reconstrução.
Demasiadas lojas fechadas, outras que poderiam abrir porque têm a superfície que a lei permite, mas não abrem, outras que são de ramos permitidos e talvez pela superfície ainda não abriram e para cúmulo das ironias, os cogumelos parasíticos das lojas de souvenires da propreidade de asiáticos todas fechadas quando têm a área que a lei permite abrir.
Outras me surpreenderam estarem fechadas quando poderiam apostar no take-away, mas provavelmente estavam a contar com o "ouro do Brasil" chamado turismo e nem se dão ao trabalho de abrir em take-away porque contavam com este ouro que...acabou, quem ficou a ganhar foi quem apostou no take-away assim que as medidas de quarentena começaram e os de mais pequena superfície aproveitaram o tempo que estiveram parados exactamente para se prepararem para o take-away.
Quem não abriu nem sequer em take-away das duas uma: ou está a espera da reconstrução total, mas sem o turismo, ou então nunca passaram de uns anexos a indústria que nunca passou de um gigante com pés de papel maché e que se partiram logo a primeira tormenta e os outros que se readaptaram numa espécie de darwanismo económico vão ficar com o lugar daqueles que contavam com o turismo e raramente contavam com os portugueses.
Para animar o dia, bastou ver os números de hoje da pandemia que dão a impressão que o pico parece ter passado em Abril, mas ainda é cedo porque estamos a encerrar a primeira fase da reconstrução e só terá uma mlehor conclusão sobre este "feito" daqui a uma semana exacta e depois aí já dá para ver se os que estão fechados abrem e se a vida sem turistas numa Lisboa mais limpa e mais portuguesa ganha uma certa normalidade.
Mais uma dia concluído...
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