Os números mais baixos do mês numa democracia saída da Quinta Manor....
Hoje os números são dos melhores que apareceram nos registos da pandemia do Covid-19 desde do início do estado de pandemia, mas isto também pode ser o estado de fim de semana e não nos podemos esquecer num facto muito importante, hoje foi o último dia do confinamento e amanhã a fase da reconstrução vai dar os seus primeiros passos.
Estes números podem ser bonitos de se ver, mas ao mesmo tempo não querem dizer nada porque basta algo tão leve quanto como uma pluma ou uma penungem para deitar tudo a perder que levou quase dois meses a construir a custa de tanto sacrifício e vamos ver se nestes primeiros passos de reconstrução não se tem que recuar completamente ao confinamento.
Temos que ir bem devagar para não deitar nada a perder e arranjar forma de ter as máscaras e como eu já disse no artigo anterior; o grande erro foi nunca se ter apostado na prevenção e se ter recorrido as previsões dignas de uma qualquer taróloga e depois no fim a bomba explodiu e ainda temos que contar com fieis seguidores das duas bonecas.
E por falar em seguidores; esta semana foi permitido um ajuntamento para celebrar o 1º de Maio da CGTP, um dos sustentáculos da Gerigonça que foi contra as regras do ajuntamento apesar de haver afastamento entre os sindicalistas presentes na Alameda D. Afonso Henriques, mas fiquei a pensar se os sindacalistas poderam ir porque então não se volta ao futebol ou a haver touradas desde que sejam respeitadas as distâncias nas bancadas....
E entretnato os dias passaram e se aproxima o 13 de Maio, dia especial para os católicos portugueses e do mundo inteiro e o Bispo local, bem como a direcção do Santuário de Fátima decidiu que as celebrações do 13 de Maio seriam iguais às da Páscoa no Vaticano, ou seja, sem fieis e com santuário fechado ao público.
Acontece que a mesma ministra disse que não haveria nada de mais se os fieis fossem ao Santuário e eu fiquei a pensar que estamos num mundo onde os sindicatos fazem ajuntamentos e os cultos não podem ter a suas reuniões o que leva a pesnar a que Portugal é um país onde todos os animais são iguais, mas uns mais iguais que outros.
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