Medina Larga o Vinho e Passa a Beber Coca Cola...
Depois numa rara acertada inciativa aceratada do PAN levada ao parlamento que tinha como objectivo o chumbar da linha em anel que fundia a linha verde e amarela numa só, cuja ideia saiu da cabecinha inspirada do edil da capital da república, Fernando Medina.
O mesmo Medina está com umas novas ideias para o centro de Lisboa, em especial para a Baixa Pombalina que lembram os porejctos que Abecassis tinha em mente nos anos 80 e cuja grande consequência foi o incêndio do Chiado.
E depois de ter tido uma derrota bem dura no parlamento, o mesmo Medina entrou em surto e teve a ideia brilhante que no seu novo plano para a Baixa Pombalina a quer trasnformar numa espécie de condomínio fechado onde os seus potenciais moradores permanentes terão visitas limitadas depois das obras que a CML tem projectadas para o coração da capital da Lusitânia.
Depois de ler tamanha colecção de disparares lembrei-me que o já falceido Kruz de Abecassis teve uma ideia quase semelhante para a Baixa e para o Chiado e depois se viu o resultado que teve em 1988, mas no caso do edil apoiado pelo CDS, não havia limitação de visitas para os moradores nem listas de visitas.
Tal medida viola qualquer princípio legal quer seja português como comunitário e ainda chega a ser mais estúpida que a ideia da linha em anel ou metro de superfície como existe no Campo Grande e em Odivelas que o mesmo Medina queria construir em Santos; todavia não nos podemos esquecer que nas últimas eleições autárquicas a abstenção quase chegou aos 50% a nível nacional e até em Lisboa passou este limite e cada um tem o que merece em termos de eleições porque ficou em casa em vez de ir votar nem que seja naqueles que estão a encher o boletim.
E com tanto problema social e humano que existe em Lisboa, ideias destas só servem para transformar o presidente da câmara municipal numa espécie de bobo da corte republicana sem qualquer piada daqueles que dá vontade de o descartar logo ao primeiro momento para um cargo inferior ao de bobo porque até ser bobo é um cargo demasiadamente digno para tal pessoa que parece por vezes estae ébrio.
Quem te viu e quem te vê, Lisboa
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