Hipocrisia, Ingenuidade, Estupidez e Ilegalidade

Ainda muito se elogia o chamado imposto sobre as bebidas açucaradas que no mundo das redes sociais ficou conhecido por Imposto Coca Cola.


A Gerigonça andou a vender aos borregos que ainda vão acreditando nas cantilenas da Gerigonça que o mesmo imposto seria para reduzir a obesidade infantila e para financiar o SNS e muitos otários aplaudiram de pé, mas estes otários não viram que quem teve a ideia deste mesmo imposto foram os derrotados da Guerra Fria (Bloco de Esquerda e CDU).


Este imposto claramente ideológico que quer embedar a nação porque para república o vinho é um bem essencial e paga menos imposto que uma lata de atum ou um pacote de manteiga só aplicado às bebidas açuacaradas produzidas em Portugal porque as que são produzidas foram do território da república estão isentas de tal tributação.


A ironia é que desde que esta tributação começou, o SNS se transformou num SNS e passou-se alimentar um buraco sem fim chamado Banca Portuguesa e o SNS continua cada vez com menos meios e as dívidas dos hospitais e as farmácias cresce a olhos vistos sem que ninguém mexa uma palha e a nação apalude uma medida que nos tempos actuais não passa de uma medida hipócrita e fascista.


É que passados 30 anos da queda do Muro da Vergonha, sim do Muro de Berlim e do fim das DITADURAS COMUNISTAS na Europa onde ouvir rock, e beber coca cola era considerado crime e poderia valer uns anos de cadeia, haver tal tributação numa nação que passou quase 50 anos de ditadura é um paradoxo nojento.


No caso da obesidade há dois grande culpados: os paizinhos que não o sabem ser e passam o tempo em planear férias ou agarrados aos telemóveis e aos realities shows e deixam as crianças ao Deus Dará e não lhes sabem impor limites e lhes dar educação e alguns canais de telvisão que para encherem espaço nos espaços de "informação" dão verdadeiras overdoses de supostos estudos sobre obesidade, os quais manipulam as massas e a ditadura da Gerigonça com os seus fantoches da DGS aproveitam para colocar mais impostos sobre a nação.


Muito mais mata o vinho e as bebidas álcoolicas e nestas ninguém toca nem coloca impostos adicionais para forçar a redução do consumo como queriam fazer com os referigerantes PRODUZIDOS EM PORTUGAL porque ao inebriar a nação pode fazer toda a velhacaria que se possa pensar, mas esta nação desde que tenha Fado, Fátima, Futebol e Vinho fica calada e se deixa levar pelas cantilenas do poder político da república, já  era antes do 25 de Abril e ainda continua a ser...


E voltando aos defensores da bebida vínica; se a mesma fosse tão virtuosa, não existiriam tantos doentes de coração e depressivos; mas apesar das quantidades industriais de vinho que se bebe em Portugal, cada vez são mais os depressivos e os doentes de coração e neste estudo que defende o vinho como bebida de virtude, há algo que já cheira a vinagre.


Para concluir: a Gerigonça está numa forma muito subtil usando a mesma linha de pensamento do Estado Novo em relação ao vinho e ao  mesmo tempo quer condicionar os comportamentos da nação, algo completamente contra o que saiu do 25 de Abril  e o comportamento da Gerigonça é um fóssil vivo do antigo regime porque tolera o que vem de fora, mas não tolera o que é feito em Portugal quando este algo não se encaixa nos seus padrões.


E ficam ums questões para pensar: Porque taxam apenas os referigerantes feitos em Portugal? Porque não aumentam a taxação do vinho devido ao constante aumento de mortes ligadas ao vinho? Será que estamos no lado Sith do Estado Novo sem o sabermos?


 


 


 


Deem um bitaite...

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