Porque não pode voltar ao Escudo com a taxa de câmbio de 2002 em relação ao euro?

Estes borregos geniais que estão a dirigir as finanças públicas que se dizem possuidores de uma sabedoria sem fim na área, mas que na realidade não passam de uns borregos que se deixam levar em conversas como se fosse a roubar um doce a uma criança.


A nova façanha dos gênios do Instituto de Gestão do Crédito Público foi fazer emissão de dívida directamente para a China, não em em euros, mas sim na moeda local oficalmente conhecida como Renminbi ou coloquialmente conhecida como yuan com uma taxa de juro de 4%, muito acima da taxa que é praticada nos empréstimos em euros.


Venderam a ideia a que por ser numa moeda mais fraca e ter juros reais mais baixos, mas estes borregozitos se esqueceram que os Estados Unidos cairam nesta conversa e devem triliões de dólares a China e a China tem várias nações na mão a conta deste crédito fácil que é fácil para ser concedido mas para ser pago é impossível.


Com esta triste ideia fiquei a pensar se se optou por um crédito em moeda mais fraca então se poderia pensar no regresso ao escudo e sair do euro para se ter uma moeda mais fraca e se apostar nas exportações a baixo custo e produzidas com qualidade dentro da área da UE o que fazia que as mesmas fossem isentas de impostos.


Mas estes empréstimos da China está provado funcionar como as drogas pesadas, primeiro exprimentam-se e depois os países já não vivem sem eles e depois para pagá-los é algo semelhante como largar o vício dos narcóticos pesados, ou seja, para o largar é praticamente impossível ou quase impossível e as recaídas são mais do que muitas ou muitas nações já chegaram ao ponto de desistirem de se curar deste vício porque sabem que não têm cura.


E deixo as neblinas de um smog financeiro que vai fazer muitas vítimas: Se se pede dinheiro emprestado em dinheiro chinês, porque não se volta ao escudo? Quais serão as consequências a longo prazo deste empréstimo? Quem foi o génio que esteve por detrás desta ideia? 

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