A aVARia Crónica

Na final four da Taça da Liga deste ano, o protagonista não foi nenhum jogador em particular ou mesmo treinador que tivesse tido algum golpe de genialidade táctica para ganhar um dos jogos ou outro qualuqer facto positivo que pudesse estar ligado ao futebol jogado dentro das 4 linhas, mas sim uma nova tecnologia chamada Video-Árbitro ou VAR.


Nestas duas últimas temporadas o dito dispositivo tem mostrado avarias crónicas que favorecem sobretudo o Futebol Clube do Porto, prejudicando qualquer que seja o clube que bata de frente com os Dragões e no meio de tanto dano quem acaba mais prejudicado são os aqrui-inimigos dos Dragões, o Benfica, que das mais diversas formas acaba sempre prejudicado pelo dito VAR.


Numa estranha ironia, quando acontece alguma jogada polémica que envolve o principal emblema da Cidade Invicta, o dito dispositivo ou está avariado, o ou árbitro que está no Jamor, na Cidade do Futebol a comandar o dispositivo diz sempre que nunca há nada mesmo havendo, o que já começa a cheirar mal, embora com a habitual mansidão nacional, este facto já se tenha tornado habitual.


É triste como numa nação que deu ao mundo do futebol génios como Eusébio, Figo, Rui Costa ou Cristiano Ronaldo ou guardiões ao nível de Bento, Damas ou Costa Pereira e que se prepara para organizar a primeira Final Four da Liga das Nações e depois começar a defesa do seu título europeu na qualificação para o Euro 2020 que vai ser Pan-Europeu consegue ter tanta suspeição no seu futebol.


Sinceramente, acho que o VAR da forma como é utilizado no chamado futebol "europeu" serve apenas para alimentar mais suspeições e desconfianças de uma rede bem montada de corrupção porque basta ver os desportos colectivos dos EUA que têm VAR como o caso do hóquei no gelo ou do futebol americano onde a consulta do mesmo pode ser pedido pelo treinador da equipa que se sentre prejudicada e a visualização das imagens é pública no estádio ou pavilhão sem qualquer filtro, sabendo-se logo aí se quem reclama tem ou não razão.


E este paradgima norte-americano é que deveria de ser usado e não como aquele que é o padrão europeu que está a transformar aquele que era um desporto de cavalheiros, num desporto de mafiosos onde a chamada verdade desportiva é apenas um perfeito vazio, uma utopia derradeira que nunca vai ser alcançada.


Desta vez nem deixo perguntas, estas ficam a cargo da consciência dos caros e caras leitores e leitoras...


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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