Os Cancros Comerciais da Minha Lisboa

O novo cancro urbanístico de Lisboa depois dos hotéis e das lojas dos chineses, para não mencionar os Tuk Tuk; o maior cancro urbanísitco de Lisboa acabam por ser as lojas de recordações da propriedade de asíaticos, sobretudo bengalis e paquistaneses, que ocupam praticamente os espaços antes ocupados por lojas tradicionais dos mais diversos ramos e ao contrário que se possa pensar não são criadoras de empregos como as grandes superfícies comercias ou os restaurantes de comida rápida.


E não criam quaisquer postos de trabalho para portugueses porque quem vai trabalhar para estas lojas são os patrícios dos donos destas mesmas lojas que apenas têm direito a trabalhar nelas e muitos deles são parentes dos donos destas mesmas llojas que vendem artigos de baixa qualidade, algumas vezes com brutais margens de lucro e ainda gozam de várias isenções fiscais durante 5 anos e passados estes 5 anos passam a loja para outro parente e os mais 5 anos sem dar porra nenhuma ao Estado e enchem-se a grande e existe a suspeita que enviam dinheiro para grupos terroristas.


Outro cancro além das infinitas lojas de recordações dirigidas por bengalis e paquistaneses, são os restaurantes de kebabs e de comer halal que também apenas empregam os patrícios dos donos e durante 5 anos estão isentos de quaisquer impostos e a suspeita de envio de dinheiro para terroristas ou lavagem de dinheiro se levanta em muitas destas lojas porque têm poucos clientes e conseguem ter tv por cabo com Sport Tv e manterem-se abertos mesmo passando dias inteiros onde apenas têm meia dúzia de clientes por dia e mesmo assim se aguentam abertos.


Este tipo de lojas surge um tudo por o lado na Baixa de Lisboa e no caso das lojas de recordações se vão enchendo graças aos otários turistas que nos visitam todo o ano e vão vendendo centenas de milhar de euros em bugigangas com todas as isenções fiscais estando em clara concorrência desleal com os comerciantes portugueses com a conivência do desgoverno da república e da edilidade de Lisboa que ainda está com as ideias de gastar 3 milhões de euros numa mesquita na Mouraria.


Estou curioso em saber o porquê de não darem caçada a estas lojas em termos de fuga ao fisco e por outro lado querem cobrar impostos a Igreja e já se fala nos telejornais em casos que as instuições de acolhimento a idosos que são geridas pela Igreja vão ter que fechar portas por não puderem pagar o que o Fisco exige em IMI enquanto estes senhores estão livres de impostos.


Este boom de vendedores da banha da cobra deveria de ser controlado de qualquer forma porque daqui a pouco ainda compram as pastelarias da baixa para vender imans ou santinhos luminosos aos turistas e no Grande Hotel Lisboa como seria se os seus clientes se não tivessem nenhum espaço para provar os mui famosos pastéis de nata que não têm qualquer paralelo na Europa e no Mundo ou mesmo o Pão de Ló de Ovar que já ganhou reconhimento da UE com direito DOP (Denominção de Origem Protegida), mas se em vez de pastéis de nata tivessem postais e outras bugigangas em vez de comer.


Com uma gastronomia como a nossa que roda mundo conhecida por toda a parte do planeta Terra e chegar um turista e apenas ter um café/restuarante ou dois na Baixa mais dois ou três de comida rápida (no caso de querer gastar pouco) e mais uns quantos restaurantes Gourmet e o resto só lojas de recordações que vendem a mesma tralha que o vizinho do lado ou uns restaurantes manhosos de kebabs que já tenho ouvido em alguns casos não são dos mais limpos em termos de higiente alimentar; este mesmo turista não iria gostar muito da imagem porque já bastam as horas de fila no elevador de Santa Justa (sobretudo para subir) e pagar 5 euros por menos de 100 metros de viagem (ir a Setúbal só custa 4,30 pela Fertagus e com 5 euros é o equivalente a ir e vir de Alverca ou Queluz se partindo de Lisboa)


Enfim com a cumplicidade do Taliban Medina tudo é possível e espero que nas eleições municipais de 2017 seja eleito um novo edil e que acabe com este verdadeiro cancro urbano e pense mais na cidade e menos nos turistas porque o que cidade de Lisboa precisa mesmo não é ser uma cidade cenário como é Veneza, mas sim ser uma cidade virada para os lisboetas e dos lisboetas.


Como sempre as minhas perguntas: Porque estes senhores não pagam impostos? Quem lhes emite as licenças? Se não criam empregos para os portugueses então qual o motivo das isenções? Porque não controlam a abertura destas lojas como controlam os cafés?


Deixo o meu pedido para lerem, comentarem e divulgar 


 

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