O C Que foi Comido
Na edição de dia 28 de Julho de 2016 a capa do jornal Público a letra C desapareceu de todas as palavras impressas na capa do dito matutino e nem sei se aconteceu no resto da edição de papel porque não a cheguei a comprar porque ando sempre liso e deu para reparar em tamanha gralha.
Provavelemente a terceira letra do alfabeto latino fugiu da tipografia onde é imprimido o matutino agora sediado nas Docas de Alcântara por causa do calor e foi gozar um diazinho de praia devido ao calor que se fazia sentir na data em quem a mesma edição foi encerrada e composta na tipografia e esta gralha secalhar passou em branco para muitos dos lisboetas, mas como eu tenho este hábito de ler sempre as capas dos jornais porque as edições online de muitos jornais têm conteúdos reservados apenas para assinantes e normalmente são as chamadas notícias de caixa alta e que fazem com que os jornais se vendam ou vendam assinaturas das edições electrónicas.
E esta estranha capa do matutino Público que é um dos jornais que leio em termos de edições online deixou-me com uma sensação esquisita se algo não se passou de estranho nem com os tipógrafos ou com quem faz a paginação do mesmo jornal porque falhar uma letra em patricular por várias vezes e não numa palavra é algo que não me lembro de ter visto nos jornais desde que lembro uma tão grande gralha num qualquer jornal e depois se queixam que ninguém compra jornais.
Com gralhas destas só se for para gozar com os tipógrafos do jornal Público que meteram a pata na poça e até que achei estranho ninguém vir comentar, bem talvez estejam distraídos com outras coisas.
Nem vale a pena deixar perguntas em tão curto artigo, mas fica o pedido de sempre para lerem, comentare e divulgarem
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