Domingo Vermelho

Domingo vermelho é o mínimo que podemos dizer deste último domingo da maneira como correu a grande instituição nacional chamada Sport, Lisboa e Benfica do qual sou um dos 6 milhões de adeptos porque a festa não se resumiu apenas ao tricampeonato de futebol e a festa começou a germinar ainda na véspera.


Tudo começou nas meias finais da Final Four da Liga Europeia de Hóquei em Patins quando os encarnados eliminaram nos penalties o titã chamado Barcelona e se encerrou na grande apoteose que se seguiu logo que foi dado o apito final no duelo na Catedral entre Benfica e Nacional da Madeira e teve um aperitivo quando o benfica ganhou a final da Liga Europeia a Oliveirense.


Mas não pensem que este Domingo vermelho que deve a sua cor não ao Partido Comunista, mas sim ao maior clube nacional, foi apenas este Domingo. Este Domingo vermelho começou-se a desenhar quando o Benfica ganhou o clássico dos clássicos em Alvalade por 2-1 e ainda teve a sorte de ver o dianteiro costa-riquenho a serviço do Sporting, Bryan Ruiz falhar um golo feito e se houver momento-chave para definir a I Liga de futebol portuguesa 2015/16 foi este exacto falhanço que pontapeou o Benfica para o primeiro lugar e durante estas semanas todas, a nação benfiquista andou a conter a euforia até ao grande dia.


Esta euforia contida foi crescendo ao longo das semanas e a euforia foi em parte transformada numa certa expectativa do que o jogo seguinte reservava para as Águias e para os seus adversários directos, os Leões; porque os Dragões este ano não tiveram fogo suficiente nem para acender uma fogueira embora tenham se portado como um isqueiro Zippo nos jogos contra o Benfica.


E o tempo passou e depressa se chegou ao Domingo Vermelho onde o Benfica ou ganhava tudo e não ganhava nada e acabou por ganhar tudo que naquele dia estava no seu alcance e a festa se fez, mas felizmente sem os actos violentos que aconteceram há um ano atrás e que se sempre são de lamentar; apesar de não ter havido violência nas ruas, houve entre as direccções das duas colectividades vencedoras da noite e as provocações e troca de bocas coemçou assim que o tricampeonato foi conquistado pelas Águias.


As provocações não levam a lado nenhum e são sempre de lamentar porque podem servir de semente a actos de violência, e vinda dum clube que se diz das elites vip's da nação, como os aristocratas tanto republicanos como monárquicos enquanto o Benfica é o clube da ralé operária e das barracas e este mesmo clube tem tido a força suficiente, sobretudo nos anos mais recentes para tentar quebrar o domínio dos dragões.


Pouco mais tenho a acrescentar e dar os parabéns ao Benfica, a sua direcção, as equipas técnicas de hóquei e futebol e aos respectivos plantéis que deram muita alegria ao meu Benfica e espero que na próxima temporada seja uma época tão gloriosa como a de este ano ou quem sabe melhor ainda.


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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