Humanidade, Por Onde Estamos a Ir?
Como ser humano, não posso deixar passar em claro a crise de refugiados que são provinientes do norte de África e tentam chegar de forma precária ao Velho Continente, quando sobretudo vi a imagem da bebé morta na areai de uma praia acho que italiana ou grega quando a casca de noz que a levava e com mais uns quantos pobres desgraçados que fogem da guerra e da fome.
Esta onda migratória vem mostrar que com a excepção do Egipto e da Tunísia, a chamada Primavera Árabe nunca passou de uma ilusão e que no fim ainda serviu de génese a grupos terroristas muito mais violentos do que a Al-Qaeda como é o caso do ISIS e do Boko Haram e para os quais o chamado mundo civilizado não ytem uma resposta a altura dos crimes feitos por estres grupos que são a verdadeira rencarnação dos nazis ou dos outros grupos que mancharam a humanidade com sangue inocente e os polícias do mundo não passam de uns quantos impontentes que passam o tempo a discutir o valaro do dinheiro em vez de serem a Europa chamada humana a resolver o problema que em parte tem culpa porque andou a financiar algum grupúsculos na Primavera Árabe que se tranformarm no ISIS.
Agora a Europa acordou tarde demais quando começam a aparecer crianças mortas quando isto se poderia evitar se a mesma Europa tivesse tido uma resposta coordenada há mais tempo e se deixasse de escolher os refugiados como fosse gado a comprar porque a Alemanha tomou a posição de escolher apenas aqueles que querem ser asilados políticos porque os outros têm que voltar para o inferno de onde vieram.
Entretanto Portugal está a ser um pouco melhor e está a haver uma resposta dentro do território nacional para acolher estes refugiados, algo que Portugal quase se tornou um especialista porque não nos podemos esquecer que não há guerra no mundo nos últimos 70 anos em que Portugal acabe por servir de porto de abrigo aos mais desesperados dos desesperados e mais uma vez este recanto a beira-mar plantado volta a ser o abrigo de mais uma massa humana que vem a fugir do inferno da guerra que parece não ter fim a vista.
O único mundial que vi a fazer algo de concreto contra estes fanáticos que violam o sagrado Alcorão foi o rei da Jordânia, Abdullah II que pessoalmente liderou uma esquadrilha de aviões para bombardear posições do ISIS de forma precisa porque de resto, o resto do mundo civilizado apenas tem operações espúrrias que praticamente não fazem dano nos cernes das organizações terroristas como se exigia que fosse feito, mas um dano tão grande que não permitisse o seu regresso ao activo e agora graças a suposta Primavera Árabe e passados 70 anos do fim da II Guerra Mundial, voltamos a assistir mais uma uma vez a ondas de refugiados a fugir literalmente da morte e a Europa está-se nas tintas até que os verdadeiros inocentes morram nas praias e aí quando já é tarde abrem os olhos e chegam a brilhante conclusão que é preciso que se mexam antes que morram mais inocentes.
Não consigo compreender é como o mundo dito civilizado não aprende com os erros do passado e continua a errar da mesma forma como errou durante todo o século XX e a massificação da informação através das redes sociais que depressa tornaram a intenet numa espécie de 5º poder ainda mais aviva estas memórias que todos nós queríamos que não passassem de memórias, mas todavia esta votade é utópica porque os desastres humanitários provocados pelas guerras mundiais se estão a repetira, agora neste preciso momento e o mundo em si e não apenas a Europa precisa de tomar medidas concretas sob o risco de aparecerem corpos a flutuar nas praias de toda a Europa do sul porque os chamados polícias do mundo não sabem se mexer como uma força unida e apenas se mexem como um grupo de uns quantos interesseiros que tentam jogar ao mesmo tempo com os seus interesses e com a vida de milhares de desgraçados que fogem do inferno da guerra como é o caso da Alemanha e o mundo continua num silêncio nojento e ensurdecedor enquanto milhares morrem no Mare Nostrum de fome e de sede para fugir do inferno e depois ainda há quem diga que a Europa é o paraíso da igualdade quando mesmo passados 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial ainda não aparendeu a lidar com refugiados ou com possíveis ondas de refugiados.
Compreendo que Portugal queira ser uma ajuda para tentar minimizar esta desgraça ao dar ajuda, mas as autoridades locais em Portugal têm também que pensar que Portugasl também tem a sua quota de desgraçados e tem que pensar em ajudar também os que aqui tem no seu interior e que muitos fogem do inferno da miséria para outros recantos do Velho Continente deixando para trás uma população envelhecida e fraca e em Lisboa há muitos a precisar de casa como estes refugiados e apesar de bondosa, a ideia da CML destacar um fundo para os refugiados ainda pode dar conflito ou dar a ideia de conflito entre portugueses e refugiados e é algo a evitar.
E ficam as minhas perguntas de sempre: Porque não existe uma política concertada pelo menos a nível europeu para lidar com ondas de refugiados ? Afinal aonde pára o humanismo da Europa ? Por onde vai a humanidade ? É este o mundo que criamos?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
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