Agora Os Livros São Apenas Para Alguns
Nesta nação de seu nome Portugal que tem uma taxa de iliteracia em níveis vergonhosos para não falar que ainda existem analfabetos em pleno século XXI e n+iveis de cultura gerais que chegam a ser inferiores aos do tempo do Estado Novo sobretudo entre os alunos do ensino superior, volta a ter mais um golpe que vai favorecer o lobby das editoras e no fim quem se lixa é o Zé Povinho.
Depois de aumentarem os preços dos manuais escolares e os terem reformulado de tal maneira que os livros já não podem passar de uns irmãos para os outros porque os livros escolares teoricamente teriam validade de 3 a 5 anos agora vão ao resto do mercado livreiro onde agora os livros mais recentes não podem ter descontos e/ou acumular pontos ou desconto em cartões de fidelização sejam eles de livrarias ou de hipermercados e para os livros acumularem estes mesmos descontos tê que ter mais do que 18 meses de edição.
A regra também se aplicam aos livros importados e que sejam vendidos em Portugal e esta mesma regra vai ainda aumentar a baixa cultura geral da nação que tem os seus neurónios contaminados por novelas e outros programas que nada contribuem para a inteligência e manutenção de capacidades cogntivas mínimas e se querem dificultar o acesso aos livros por via legislativa então Portugal vai ser o Walking Dumb da Europa, como já o está a ser, o vai ser ainda mais com estas leis restritvas no acesso a cultura que é demasiadamente caro para um país com uma cultura tão rica como Portugal a não ser que queiram tornar a cultura em Portugal um bem vendido apenas aos turistas.
É uma opinião geral que esta nova lei é um obstáculo ao acesso a cultura e não sei quem ganha com esta nova ideia porque de ceteza não serão os autores a ganhar e muitos menos as livrarias porque vão vender menos e se as livrarias vendem menos livros vão acabar por fechar e gerar mais desemprego e os autores como vendem menos deixam de escrever e as editoras vendem também menos e assim se cria um ciclo vicioso de desemprego no mundo da cultura que já se sente em parte no mundo da música e agora vai para o mundo dos livros.
E nesta nação tão alienada não estranhem que aqueles que de alguma forma acedem a cultura seja por que meio for consigam a mostrar ao mundo como o acto de ler é quase tão essencial como comer ou beber água e tem que ser mantido de alguma forma para que nós, Portugueses, tenhamos uma cultura geral decente porque regras assim nem nos tempos do Estado Novo havia apesar da censura e esta medida consegue ser mais abjecta do que a censura porque vai barrar ainda mais o acesso aos livros e espero que esta medida seja posta no caixote do lixo assim que houver governo saído das eleições gerais de dia 4 de Outubro, e nem sei porquê; estou com um feeling que vamos ter de novo coelho a caçador no poleiro porque as chamuças se estão a mostrar muito indigestas.
Como sempre as perguntas que desta vez vai ser uma: Quem foi a intelegência rara que teve esta ideia?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
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