Qual Liberdade

Nestes dias mais recentes se lembrou mais uma vez a revolução dos cravos por um lado e por outro as primeiras eleições livres em Portugal ao fim de quase 50 anos de ditadura do Estado Novo e ao ver o estado que a nação chegou não vejo ou não revejo na nação e sobretudo na república aquilo que Abril queria para Portugal.


Uma nação onde não há pão, nem paz social cada vez menos habitação, menos saúde e menos educação não está numa liberdade, mas sima numa ditadura encapotada reforçada com a idea de ser criada uma censura na campanha eleitoral que se avezinha e esta censura foi idealizada pelos 3 da frente e que está a dar que falar.


Uma nação onde os mais básicos direitos como a habitação e a educação e até mesmo a saúde são negados de todas as formas, onde o emprego foge de todos nós como o diabo da cruz e como se pode falar que Portugal é uma democracia quando a fome sobe todos os dias tal como o desemprego e a corrupção.


Esta mesma corrupção que parece os cogumelos no Outono e aparece por tudo que é lado e os senhores do arco do poder da república e os outros que querem poleiro mas que não são santinhos como querem parecer perante o otário eleitor desta república dos bananas que cada vez está mais sem eira e muito menos beira; esta mesma corrupção que leva literalmente a nação para a cova e vai enterrando cada vez mais tudo que os capitães projectaram há 41 anos e tudo que se fez depois do PREC e quando esta nação caminhava ou queria caminhar nos eixos; mataram quem queria fazer isso e depois começou a baderna cujo episódio mais recente é o caso dos Vistos Gold e da Operação Marquês que afinal estão ligados e têm dois pontos em comum: um deles é Lalanda de Castro e o outro é um tal de José Sócrates Pinto de Sousa, mais conhecido pela alcunha do preso nº44.


Desta maneira, e, sobretudo com a república; Portugal nunca mais volta a ter o esplendor de outros tempos (que pode ser recuperado mesmo sem as províncias ultramarinas) e fica cada vez na mão de uns quantos que são sempre os mesmos desde 1910 embora as fronhas fossem sempre mudando, quem maneja mesmo o poder político têm sido sempre os mesmos percevejos como lhes chamou Ramalho Ortigão e nada de profundo tem sido feito nos tempos mais recentes e a liberdade que ganhou de forma magistral o seu verdadeiro significado na música de Sérgio Godinho com o título "Liberdade" está cada vez mais esquecida e enterrada sendo não mais do que uma utopia para a minha geração e para as gerações futuras.


Ainda não contentes, a santíssima trindade do poder da república quer impor censura na cobertura da campanha eleitoral das eleições gerais e ninguém diz nada de concreto e este anúncio teve a infâmia de ser anunciado na semana do 25 de Abril.... Que tristeza de república.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Afinal o que é feito da liberdade ? O que é a liberdade ? O que andaram a fazer nos últimos 40 anos ? Afinal quem manda mesmo em Portugal ? O que pode ser feito para seguir o que Salgueiro Maia disse na Escola de Cavalaria de Santarém ? Quem é capaz de acabar com  o Estado a que Chegamos ? Afinal para que nos serve a república e o seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, coemntar e divulgar

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