Superbowl XLIX onde o futebol americano é melhor que o europeu
Na madrugada de ontem acompanhei a final da época de futebol americano da NFL com a final do Superbowl que já vai em 49 edições e num crescendo de qualidade e de expectativa que enerva mesmo quem nem seja apreciador do desporto e/ou não tenha simpatia por qualquer dos finalistas.
E vos venho falar do futebol americano não como simpatizante do desporto e adepto dos campeões deste ano: os New England Patriots, mas sim como apreciador do desporto no geral mesmo sem ser futebol, rugby ou seus derivados que são do que muitos uns reconhecidos como desportos, outros nem por isso.
E ontem quando estava a pensar no jogo do Superbowl vi o jogo entre Porto e Paços de Ferreira, onde um Paços de Ferreira que mal sofreu o primeiro golo do Porto caiu toda em pedaços e deu, para não ter que pensar em outras atitudes pouco escurpulosas, ao Porto e tal facto não é novidade e e ninguém no mundo futebol aqui parece nem ligar e a roubalheira existe de forma clara, pelo menos desde da temporada 94/95, quando passaram o campeonato português para a Liga de Clubes e saiu da alçada da Federação de Futebol.
Mas voltando a vaca fria, ou seja, o jogo do Superbowl onde se jogou mesmo até o último segundo com um marcador bem produtivo em termos de pontos e um dos mais produtivos dos últimos tempos onde se marcarm na totalidade 52 pontos, quando costumava ser habitual o total de pontos entre as duas equipas não passar dos 30 ou 40 pontos.
Jogo bem jogado tanto pelos Atlanta Seahawks como pelos NE Patriots e neste Superbowl provaram para quem ainda tivesse algumas dúvidas que foram mesmo a equipa da temporada que se encerrou neste Domingo em Phoenix, Arizona e o mais irónico do jogo além as músicas de entrada escolhidas pelas equipas que logo daí já advinhavam o que se seguia: os Patriots escolheram Crazy Train de Ozzy Osbourne e os Seahwaks acho que escolheram uma música dos Bonjovi e se for feita uma análise a época os Patriots em termos de pontos marcados foram mesmo um Comboio Louco.
Um jogo que nunca teve um dominador claro e tanto pendia para o lado dos Patriots como para o lado dos Seahawks e chegou mesmo ao ponto dos Seahawks terem os dedos no caneco, mas em cerca de 8/10 minutos de tempo útil de jogo os Patriots deram a reviravolta ao marcador, sem antes, como aconteceu há dois anos no mesmo estádio haver um golpe de teatro mesmo nos últimos segundos, mas desta vez os Patriots salvaram mesmo em cima da linha fatal um touchdown praticamente feito a favor da turma de Atlanta que não teve nem a calma e muito menos a sorte da equipa dos Giants que venceram os Patriots graças a um golpe de teatro que deu origem a um touchdown mesmo nos últimos minutos e tal como foi este ano a equipa que estava a perder não aproveitou a última posse de bola para salvar a situação e voltar a estar em posição de vencedor.
Uma noite bem passada e que merece ser repetida no próximo ano e mostra que entre perder uma noite de sono a ver um jogo de futebol americano ou ver o chamado futebol europeu em Portugal, mais vale estar a ver um jogo de futebol americano porque entretem muito mais e sempre tem o chamado Mid-time show que só por si vale a noite perdida para se ver o jogo.
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
É que nem tem comparação... Seja pela jogo da final do Super Bowl ou pelo evento em si, valeu a pena a troca por certo!
ResponderEliminarsim apesar de serem desportos sem qualquer ponto de comparação em comum e de jogos (leia-se partidas) sem nada em comum, a troca foi bem lucrativa porque se viu no caso do Superbowl, desporto puro, jogo pelo jogo até a última gota de suor enquanto no jogo do Porto foi algo sem qualquer gosto, mesmo insonso onde um Porto normal vulgarizou um Paços de Ferreira estranhamente murcho
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