O Espírito Que Teve Protecção Santa do Banco Central

As verdades sobre o caso Espírito Santo aparecem as gotinhas e bem devagar e depois de ter sido o Sol, o pasquim que teve o frete de revelar a verdade incómoda sobre Sócrates e os seus associados e o que se sabe sobre a atitude do Banco Central perante o caso Espírito Santo seria o suficiente para uma limpeza de baleneário no Banco de Portugal.


Pelo que se sabe, o Banco de Portugal alertou o Grurpo Espírito Santo do risco de falência da Espírito Santo International, risco o qual era descaradamente sistémico e para bem geral o Banco Espírito Santo se teria de isolar das actividades não financeiras desse como desse e uma das formas de se proteger o BES do resto da queda do grupo era a abertura de uma conta bancária com o valor equivalente dos calotes da ESI, ou seja, 1,7 biliões de euros para pagar possíveis resgates.


Acontece que o próprio Ricardo Salgado respondeu ao governador do Banco de Portugal que não poderia dispor deste valor via troca de correspondência e o Banco de Portugal acabou por ceder no valor da conta para pagar os calotes da Espirito Santo Interncional e este valor desceu segundo o jornal I para 750 milhões e segundo a RTP para 900 milhões tendo sempre como garantia as acções do BES.


E enquanto o BES se afundava em Portugal como o Titanic depois de embater no iceberg, se soube que a sua semente, a sua génese depois das nacionalizações depois do 25 de Abril, a Espirito Santo Finantial Group com sede no Grão-Ducado do Luxemburgo faliu e com esta falência levou atrás a família Espírito Santo e catalizou a queda de um dos maores grupos económicos de Portugal e que durou 130 anos até uns quantos desastrados estragarem tudo e se sabe que há bastante gente conhecida e desconhecida que perdeu montes de dinheiro com esta falência como o caso de Carlos Queirós, presentemente treinador da selecção de futebol do Irão; que tinha na franquia do BES nos Emiratos Árabes Unidos as poupanças para a sua reforma e com as jogadas para se taparem os buracos no BES ficou com a conta a zeros ou de um emigrante português nos EUA que tinha vários milhares de euros no BES e de repente sem ninguém autorizar ficou com as contas que tinha no BES, vazias.


E ficam as minhas perguntas de sempre: O que mais há para se descobrir ? Porque o Banco de Portugal não foi mais activo nesta situação ? Quem é o culpado por esta situação ? Quem ganhou e quem perdeu ? Se o governador do Banco Central errou desta forma, não estará na hora de ser substituído ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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