Um Dia como os outros
Como sempre fui ver a minha mãe no lar e me refugiei a fazer pulseiras e a ouvir os Black Sabbath para não ter que ouvir os gritos dados por algumas utentes do lar para chamarem a atenção e ao mesmo tempo me ir concentrando a ter um mínimo de conversa com a minha mãe.
Se dependesse apenas de mim, a retirava do lar e a mantinha em casa, mas ela não anda e não consegue ter uma autonomia mínima e nem sei quando é que ela a terá e me custa a ver no lar, me faz doer o coração de uma forma bem dolorosa e quando chego a casa quase nem vontade tenho de fazer o jantar e apenas peço e espero ter a minha mãe perto de mim o mais depressa possível
Tron
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