Será que é desta que nos vamos ver livres dos gatafunhos ?

Direcção-Geral do Património Cultural não classifica colecção Miró


 


 


 


 


 


 


Director-geral do Património Cultural determina o arquivamento da classificação das 85 obras de Joan Miró.


 


 


 


 


 


 


 


 


 


(Fonte: Público)

Comentários

  1. Tinha de ser.Para a fantochada poder continuar, os Mirós que nunca cá estiveram têm de desaparecer. Igual destino teve a outra colecção de arte do BPN

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  2. A maioria dos portugueses anda já pela vida anestesiada, sem interesse na sua vida própria, à procura de algo que possa estimular a sua cólera ou entusiasmo para compensar a tragédia do seu vazio.
    Não interessa o quê.
    Este estado de espírito foi programado e é ele que garante a eficácia da comunicação social, que vai servindo ‘’às massas’’ a dieta que alimenta o pouco entusiasmo com que os portugueses já vivem, mas sobretudo a cólera.
    A magistratura e as instituições judiciais em geral transformaram-se numa extensão da comunicação social e do poder político e financeiro que a suporta.
    Tal como os Miro, nós dizemos há muito que é uma montagem cénica para impedir os portugueses de entenderem ou pressentirem o que se passou com o BPN. Os Miro nunca estiveram em Portugal, não estão e nunca pertenceram ao BPN. Eram pertença de várias sociedades do grupo SLN e nunca foi clara a razão porque entraram na contabilidade do BPN.
    Tal como os Miró, a colecção ‘’egípcia’’, dita ‘’colecção Pessoa’’, também há muito que não tem paradeiro e porque razão e a que pretexto aparecia associada às perdas do BPN, sendo mais do que comprovado e certo que foi adquirida pela GESLUSA.
    Durante cerca de oito anos de investigação, primeiro por iniciativa da Polícia Judiciária, depois com o patrocínio do Ministério Público, DCIAP, é certo que a colecção ‘’egípcia’’ foi vista em dois momentos entre 2008 e Agosto de 2014. Primeiro, o Inspector Rui Girão, PJ, alega tê-la fotografado no início de 2009, na sede do BPN, na Avenida António Augusto de Aguiar. Depois, uma certa ‘’comissão de peritagem’’ pôde alegadamente e de novo vê-la no início de 2010. Acerca da presença e existência física da colecção ‘’egípcia’’ nada mais consta num processo que excede as duas mil páginas.
    Ora, em todo o processo não consta uma só diligência, empreendida pelo Procurador da República ou pelos investigadores da PJ, que faça sequer suspeitar de que a uns e a outros suscitou alguma curiosidade o facto de a colecção ‘’egípcia’’, propriedade da GESLUSA, persistir abandonada na sede do BPN. Porquê? Em que condições e a que propósito a GESLUSA, sociedade do grupo SLN/GALILEI, a entidade que alegadamente mais dano causou ao BPN e aos portugueses, partilha a sede de PARVALOREM/BPN, de tal modo que os seus ‘’activos’’, da GESLUSA, estão aí abandonados?
    Será que os mais de quatro mil milhões de Euros sacados por PARVALOREM com a venda de papel comercial com garantia do estado estarão guardados e a recato na sede e nos balancetes da GESLUSA?
    Que raio de tenebrosa mentira nos querem contar com tanta trapalhada?
    Nem o procurador da república Jorge Teixeira nem o inspector Rui Girão quiseram sabê-lo.

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  3. Uma pergunta se levanta, aonde param ?

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  4. Nesta verdadeira novela do BPN se leu e ouviu que uma colecção de quadros de Malhoa e da Escola Flamenga foram vendidos em tempos de Sócrates sem ninguém se mexer e a Galilei aparece ligada segundo a imprensa ao caso do BES

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