Por 30 Dinheiros se venderam.... ou o que o cu tem a ver com as calças
Nos tempos mais recentes, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa tem estado mais agitada do que o habitual e não é nem por nenhum conflito que envolva algum dos seus membros ou algum desastre natural porque os países da lusofonia estão quase como estrategicamente colocados em locais onde a probabalidade de desastres naturais é bem elevada.
O conflito ou agitação que tem acontecido nos dias mais recentes na CPLP é devido a inclusão de um país que não tem nenhum laço com a lusofonia e onde não se fala português a não ser na embaixada portuguesa na respectiva capital e vos falo da Guiné Equatorial, também conhecida por Guiné Espanhola no tempo do colonialismo e que foi uma nação desgraçada porque nunca conheceu o mínimo de democracia porque desde da sua independência da Espanha em Outubro de 1968 nunca conheceu a liberdade ou a democracia porque foi governada por um ditador de seu nome Francisco Nguema e estes foi derrubado via golpe de estado pelo seu sobrinho e actual presidente da república da Guiné-Equatorial, Teodoro Obiang.
Apesar da mesma Guiné-Equatorial fazer parte da Fancofonia, não faz parte da Comunidade Hispânica mesmo sendo o único país africano que tem o espanhol como língua oficial, a ditadura Obiang não tem ou não teve credibildade internacional devido as violações dos direitos humanos por sua parte e o verdadiro roubo dos lucros do petróleo que em vez de ir para o bolso do povo ou melhorar o estado em que se encontra a Guiné - Equatorial, vai para os bolsos da clã Obiang e dos seus associado.
Outro facto que não consigo entender é como países ou territórios onde ainda se fala português como Goa ou Macau não têm sequer estatuto de observador na CPLP e entra uma nação que não respeita os direitos humanos e onde existe uma oligracia de poder, bem a CPLP não tem muito que criticar porque tem um caso semelhante em Angola, embora não tão extremo ou notório como na antiga Guiné-Espanhola que graças a mais recente descoberta de petróleo aumentou ainda mais os abusos e é a única nação da CPLP com pena de morte para crimes comuns porque nos casos das antigas províncias ultramarinas portuguesas e do Brasil a pena capital é prevista apenas para crimes militares em tempo de guerra e não faz parte dos códigos penais para os civis e para acrescentar a esta estranheza é como eu disse em cima o facto de nem Macau nem a Índia sobretudo com os antigos territórios da Índia Portuguesa; não terem representação na CPLP.
Mas nada nesta nação não acontece sem explicação e a entrada na CPLP tem uma causa monetária porque o filho do ditador Obiang vai investir vários milhares de euros em dois bancos portugueses quase descaplitalizados: o BANIF e o Millenium/BCP e os outros membros da CPLP não foram ouvidos nesta adesão embora se saiba que já aconteceram negócios anteriores entre Portugal e a Guiné Equatorial em tempos de Sócrates e o ministro dos negócios estrangeiros dos tempos de Sócrates é agora presidente do BANIF (que coincidência) e nem deram a oportunidade de Timor-Leste vetar esta adesão pois porque o regime de Obiang esteve quase sempre do lado da Indonésia nos tempos da ocupação e queria saber se um país que não qualquer ligação com Portugal sem ser nos descobrimentos e que nunca teve assentamentos portugueses vem fazer para a associação da lusofonia a não ser que boa parte da lusofonia sejam uns Judas Iscariotes nos direitos humanos e se vendam por 30 dinheiros e vamos ver se não vão acabar enforcados numa figueira.
E como sempre vos deixo as perguntas de sempre: O que vem fazer a Guiné Equatorial para a CPLP ? Quais as ligações políticas e financeiras desta entrada estranha ? Porque outros territórios não fazem parte da CPLP ? Afinal o que é mesmo a lusofonia ? Afinal a CPLP é uma associação de nações ou de malfeitores ? Qual o dedo do desgoverno anterior nesta história ? Será que a CPLP tem razão de existir ?
Como sempre voss peço para ler, comentar e divulgar
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