BES, BPN parte 2 ?

Os casos estranhos se têm vindo a acumular um dos maiores bancos da nação com sucessões na administração que não acontecem, compra de acções de forma estranha e um cem número de casos que merecia um olhar detalhado do banco central antes que a bolha rebente e depois Portugal tenha de novo aqui a troika.


E agora neste Verão que tem nestes dias tem dado um ar da sua graça, aparece o PCP e dar ideias que se podem classificar como estado a roçar o triste porque de entre muitas ideias pedem a nacionalização do BES e todos nós estamos a sofrer na pele as consequências de um banco privado de pequena dimensão agora nem quero imaginar quanto nos vai custar a nacionalização do terceiro maior banco português e segundo maior privado sobretudo na área da chamada "banca comercial", isto é: levantamentos e pagamento de salários, pequenos depósitos, depósitos de fundos de caixa de lojas de todos os tamanhos e feitio e poupanças.


Num ponto os comunistas têm razão é que esta guerra de primos entre José Maria Ricciardi e Ricardo Salgado tem que ser parada de alguma forma antes que sobre para o Zé Povinho porque até os anais da história da justiça e da economia em Portugal só encontram um caso parecido que foi o caso da Herança Sommer que na sua génese não passa de uma guerra de primos porque tanto os Champalimaud e os Mello são primos e não se falam e originaram uma guerra familiar a conta desta mesma herança e o que se passa no Banco Espirito Santo é praticamente o mesmo.


E como se está a desenhar um novo caso Sommer dá para prever o pior e para bancos moribundos já nos basta o BANIF e o BPI que estão a despedir trabalhadores como quem bebe água para se manterem em actividade e ver o terceiro banco da nação a ir pelo mesmo caminho é mau demais para Portugal e esta guerra de primos já se está a relectir nos títulos da dívida pública que de manhã tinham juros abaixo dos 4% e com o passar das horas e do conhecimento dos avanços e recuos na guerra dos primos no BES, os juros subiram e andam perto dos 5%  e estes senhores da alta banca que parecem putos a jogar monopoly, se estão a esquecer que se não fossem os comuns mortais não abririam portas e que esta guerra é prejudicial a a nação e algo tem que ser feito para a parar, mas uma nacionalização pode ser pior do que estado em que as coisas estão e basta ver como acabou o caso BPN e vamos ver se o Espírito Santo não terá que mudar de nome para Portal do Inferno.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Quem é que vai pagar por esta guerra ? Será que não se entendem em nome da nação ou a nação deles é outra ? Como o estado pode intervir sem que esta ntervenção passe pela nacionalização do BES ? Esta gente não aprendeu com o que se passou no BPN ? Aonde está o bom senso na banca da república portuguesa ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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