100 Milhões de Anos de Eterna Solidão

Mais uma vez a cultura do mundo ficou mas pobre com a partida do mundo dos vivos de Gabriel Garcia Marquez, um símbolo da cultrua latina e mundial de dimensões universais que além do seu talento reconhecido pela Academia Sueca com o Nobel da Literatura de 1982 e que inspirou vários escritores e criou amigos um pouco por todos os recantos do mundo.


Confesso ue nunca li por inteiro uma obra de Marquez, mas li excertos em Filosofia e História e gostei do que li e como assumido viciado em leitura fiz algo semelhante a um juramento a mim mesmo que havia de comprar um livro de Garcia Marquez, sobretudo quando li outra jóia da literatura latino-americana "A Casa dos Espíritos" e por causa do ual fiz uma pesquisa na net sobre Isabel Allende e todos os escrtores latino-americanos em actividade na altura da publicação original de "A Casa dos Espíritos" e segundo li, Gabriel Garcia Marquez foi inspiração para Isabel Allende e outros escritores latino-americanos da mesma geração e sempre fiquei com vontade de conhecer a semente de um dos livros que gosto de ler mais na minha vida.


A minha ideia de morte de alguém que tenha reconhecimento internacional pelo seu talento ou pelas suas obras, é uma mistura de visões entre a visão zoroástrica onde só a alma conta e que não deve ser esquecida e por outro lado lago entre as crenças celtas e vikings onde estas pessoas especiais vão para uma paraíso semelhante ao Vallhala onde os "grandes guerreiros" vão todos parar um dia e por isso digo que os seres que tenham agum dote não morrem e apenas transmigram.


Vou ver se consigo ler alguma obra de Garcia Marquez assim que me for possível porque o chamado Realismo Fantástico como como é o caso de Isabel Allende ou de Garcia Marquez é uma literatura envolvente e que faz com que uma pessoa ponha uns ascultadores ou fones (conforme gostarem do termo) colocarem a tocar um som que seja do vosso agrado e dão por vocês a ler um "calhau" de mais de 200 páginas sem darem pelo tempo passar ao ponto de perderem o tino a horas de consultas médicas ou horários de transportes e quando alguém assim talentoso transmgra, o mundo fica mais pobre porque muito raramente há uma substituição clara nas gerações que se seguem a de um ser talentoso.


Até sempre, Gabriel Garcia Marquez

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