Se Não são Respitados, Forcem o respeito

 


Hoje veio na imprensa diária que os Capitães de Abril só vão as comemorações oficiais do Dia da Liberdade se os deixarem discursar nas cerimónias oficiais que acontecem todos os anos na assembleia da república e este pedido da palavra é a forma que os Capitães (os que ainda estão vivos) demonstrarem o seu descontentamento com o estado a que chegamos e recusam ser apenas figuras decorativas na cerimónia em questão.


A ira entre os capitães é de tal forma grande que os mesmos capitães mesmo separados no 25 de Novembro de 1975 estão juntos nesta contestação geral ao desgoverno de Passos Coelho e até Otelo Saraiva de Carvalho chega a afirmar no caso de haver condições repetia ou que fez há 40 anos atrás naquel dia de Primavera qu foi o primeiro dia do resto das nossas vidas e Vasco Lourenço ainda acrescenta tudo aquilo que já vimos há muito por parte dos desgovernos mas recentes que é o facto das Forças Armadas serem tratadas abaixo de cão e Otelo anda acrescnta qu não faz outro 25 do A porqu Portugal está formalmente numa democracia embora esta esteja a ser estragada pelo poder político.


Estas palavras foram ditas num debate que acontecu hoje na Câmara Municipal de Loulé e que cujo moderador foi o próprio edil da cidade algarvia e est dabte na minha sincera opinião teve um lado bastante postivo, pois que juntou duas facções distintas do MFA num ponto comum: qu não se admite o estado a que chegamos e qu a democracia em si corre sérios riscos de ficar arruinada e com todas as consequências qu poderão vir desta ruína.


Até aí muitos de nós chegamos, mas também estamos fartos da mesma conversa quando chega o 25 de Abril, mas não aparece nada feito numa nação que em muitos pontos está pior que nos tempos supostamente negros do Estado Novo e qu algo tem que ser feito em prole da nação e até agora nada foi feito para que o lodo em que Portugal se encontra se suma de uma vez e a democracia conquistada em Abril e consilidada durante o PREC volte a ser uma realidade pura e dura e não uma simples utopia que possa vir nos manuais escolares de história ou em alguma coluna jornalística sobre o dia da Primavera lusitana tão crónica e oca como são as marchas de Santo António ou as passagens de ano pela televisão, em especial nos canais privados de televisão.


Eu como português estou mais do que farto do estado a que chegamos e sei de consciência tranquila que algo tem que ser feito e depressa, senão ainda pode haver algum desvio extremista que mataria de vez a democracia em Portugal ou mesmo o pouco que ainda resta das conquistas reais do 25 de Abril.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Aonde está a democracia em Portugal ? Será necessária uma nova revolução ? Quem ganha com o estado a que chegamos ? Por que raio os capitães nunca têm voz no parlamento durante os festejos oficiais ? Porque matam a liberdade ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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