Palhaçada sem Graça nenhuma ou Qual o Preço de um Inspector da PJ
Já se souberam mais detalhes da verdadeira palhaçada que se passou na PJ e que não tem graça nenhuma e mostra que naquela instituição todos ou quase todos têm o seu custo, bastando saber quem e como comprar e o respectivo custo desta compra e assm se explica muitos sinais exteriores de riqueza que em países honestos como o Brasil ou a Itália fazia desconfiar o mais mafioso dos mafiosos.
Na sede da Polícia Judiciária havia uma empregada de limpeza nascida na antiga província ultramarina da Guiné-Bissau com 40 anos e que se chama Maria Sidani e que trabalhou para uma firma do grupo Conforlimpa com um nome falso e estando ilegal em território português, que trabalhava há dois anos na sede da PJ roubou 29 telemóveis que tinham sido apreendidos a dois traficantes de droga suspeitos de terem subornado dois inspectores da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes.
Pelo que se sabe segundo o períodico Sol; um antigo coordenador da mesma unidade já reformado e um inspector-chefe estão a ser investigados pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal por serem suspeitos de desviarem 500 kg de droga que misterosamente se subimaram de um contentor descarregado no Porto de Sines em Julho do ano da graça do Senhor de 2013, entrementes os dois suspeitos já foram ouvidos e parece que os tentâculos da rede se infiltram bem fundo nesta unidade, se suspeitando da existência de mais suspeitos de fazerem parte da quadirlha.
Se sabe também que a rede de traficantes fois desmantelada e um dos telemóveis dos inspectores em questão estava sobre escuta e nestas escutas se soube que este mesmo inspector estava a ser subornado para faciltar a vida aos traficantes que foram apanhados nesta caçada de Julho de 2013 e neste tempo os ditos telemóveis ficaram armazenados no 2º andar da antiga sede da PJ, mesmo por baixo do gabinente do director da PJ, Almeida Rodrigues e que quando foram roubados, os mesmos aparelhos ainda não tinham sido examinados pela Unidade de Telecomunicações e Informática quando foram roubados pela cidadão guineense.
Esta imigrante ilegal que estava em território nacional há dois anos e sabendo que tinha o emprego e a permanência em Portugal presa por arames roubou os 29 telemóveis e os levou para uma casa de um familar onde os mesmos telemóveis foram recuperados e aí a cidadã guineense foi presa pelo roubo e os telemóveis finalmente analisados e segundo as sms's que estão nas memórias dos telemóveis recuperados, esta mesma rede de tráfico de droga está bem infiltrada na UNCT.
Segundo fonte da PJ, a cidadã guineense que trabalhava para a firma Number One que faz parte do grupo Conforlimpa que cujo dono está aa ser julgado por fraude fiscal no valor de 40 milhões de euros, foi contratada através da central de compras do ministério da justiça que neste caso em particular mostrou uma incompetência ímpar, pois colocou uma ilegal a fazer limpezas onde se encontrava material sensível e em jeito de contra-resposta as perguntas do Sol, a PJ afirma que na nova sede vai ser praticamente impossível se repetir a mesma palhaçada por causa dos dispositivos de segurança; eu e muitos depois de saber isso apenas podemos dizer: a ver vamos porque tudo que é máquina tem falhas e nunca se sabe o dia de amanhã.
Este caso me deu que pensar no facto que na porta da antiga sede da PJ estavam sempre estacionadas motos de grande cilindrada ou com equipamentos e acabamentos de luxo como auto-rádio e acabamentos em madeira e outros detalhes que não se encontram em motos comuns que um qualquer cidadão que tenha um salário ao nível médio português compre ou venha a alugar em algum contrato ALD e se sabendo que os agentes da PJ quando estão ainda na base da pirâmide hieraquica não fazem muita diferença salarial dos funcionários públicos comuns, como é que conseguem comprar máquinas que só um desportista de topo ou um político ou empresário da alta roda podem comprar.
Se como vem publicado no Sol, que esta rede de tráfico está infiltrada profundamente na UNCT, então qualquer investigação que envolva esta ou outra qualquer rede de tráfico de drogas está irremediavelmente compremetida e talvez assim se explique a descarada liberdade com que ciganos andam a vender haxixe sob todas as suas formas na Baixa de Lisboa sendo muitas vezes incomodativos para quem tem que passar pela Baixa de Lisboa e muitos destes traficantes recebem mais RSI do que qualquer um que precise de RSI e exibem bons relógios e apenas vivem do RSI e da droga que vendem com toda a liberdade do mundo como Lisboa fosse Amesderdão e a Baixa de Lisboa uma qualquer Cofee Shop da capital holandesa e já não digo nada se a mesma rede que domina o tráfico na Baixa da capital lusitana também não andou as compras na PJ escolhendo um ou outro inspector para "facilitar a vida".
E ficam as minhas perguntas: Quão estará contaminada a UNCT ? Será que se vai mesmo saber tudo sobre este caso ? Será que o roubo dos telemóveis foi mesmo um roubo ou teve algo mais por detrás ? Como foi possível a central de compras não fazer uma pesquisa sobre o cadastro da empregada de limpeza e como foi possível ela trabalhar em Portugal com nome falso ? O SEF anda a dormir ? Como foi possível acontecer isto ? Será que há mais casos semelhantes ? Até onde a nação vai parar ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
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