Como Querem Que Uma Pessoa Não Comece a Ser Xenófobo ...?

Para começo de entrada ou artigo vos tenho que pedir desculpa por estes dois dias de ausência, mas tal ausência foi forçada por motivos técnicos devido ao carregador universal que tinha para o meu portátil, carregador o qual foi comprado numa loja de indianos situada na estação de metro das Picoas em Lisboa, na saída do metro que dá directamente para o Fórum Telecom explodiu quase me queimando nas mãos.


Mas pelo visto parece que os asiáticos, em especial os indianos tiraram a semana para me moerem o juízo e com força e não foi só o gajo do metro das Picoas, aliás este na ordem de entrada foi apenas o segundo a me moer o juízo, porque o primeiro apareceu na Fnac do Chiado que foi para o serviço pós-venda como eu, acontece que eu apenas queria saber em que ponto ia a reparação de um Mp3 que coloquei para ser reparado e este mesmo senhor armou uma cena digna de uma qualquer novela ou mesmo romance por que apenas por uma foto e 4 cópias da mesma que estavam num suposto facebook que não era azul como o Face de qualquer um de nós demorou para lá de 20 minutos e andou mesmo a encher a paciência do funcionário da Fnac que teve que chamar um colega para ir despachando as filas que se formaram.


Neste mesmo dia foi o dia da tal explosão e eu acabei por na manhã seguinte ir a mesma loja no metro das Picoas para ver o que poderiam fazer e me disseram num português ainda pior que o francês do Mário Soares que a culpa tinha sido minha, quando os defeitos do equipamento se foram revelando ao longo dos 4 a 6 meses em que usei o dito aparelho e apenas me proposeram, me venderem outro transformador com desconto e nem factura passaram.


E eu muitas vezes digo comigo que quando acontece comigo uma bodega, quase sempre acontece com outra associadda e foi o que aconteceu quando eu ia para fazer café ontem e uma vizinha que tenho num quarto na pensão onde ainda sobrevivo com a minha família presente veio para implicar comigo quando fui para fazer quase ao ponto de eu partir para a estupidez e muito sangue frio me fez apenas dizer umas quantas lérias em vez de partir em definitivo para a estupidez e acabei por sair e dar uma volta pela baixa de Lisboa; todavia hoje ainda me haveria de chatear com estrangeiros aqui na antiga capital do Império.


De manhã, quando fui tomar o pequeno-almoço em família na pastelaria Casa Chinesa em Lisboa, o pequeno-almoço não estava grande coisa e que é um problema que já vem detrás na dita pastelaria terem problemas com o fabrico de bolos e salgados e algumas horas depois fui até A Brasileira do Chiado para beber uma bica que parecia água de lavar pratos e um pouco mais abaixo onde era a Livraria Portugal, agora franquia da rede das padarias de luxo francesas Eric Keyser, outro indiano, passou a frente de mim uma turista que tinha chegado depois de mim sem me atender e aconteceu-me comigo uma situação semelhante n'A Brasileira quando passaram um turista antes de mim e isto nem tolero nem gosto porque todos somos filhos de Deus sejamos nacionais ou não e no comércio se deve ter um mínimo de honra e honestidade, coisas que são tão raras em Portugal como as opalas na Austrália.


E ficam as perguntas: Com estas atitudes não se fica raivoso ao ponto de nos tornamos em parte xenófobos ? A honestidade e a boa educação pagam alguma taxa nesta nação ? Porque passam sempre os turistas a frente ? Para que são vigaristas e não são honestos ? Quando é que esta situação acaba e Portugal volta a ser civilizado ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divuigar

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