A Austeridade Em Swaps
Esta coisa dos Swaps está cada vez mais parecido com algo que fica antes uma briga de miúdos mal-educados onde ninguém quer assumir a culpa e uma guerra do Alecrim e da Majerona que como sempre não leva a lado nenhum e nom fm acaba tudo no arquivo dos esquecidos como é habitual acontecer em Portugal.
Se sabe sem qualquer sombra de dúvidas que o caso dos Swaps já vem dos tempos de Sócrates e que teve continuação no presente desgoverno como prova documentos assinados pelo secretário de estado do tesouro do desgoverno Guterres, bem como pela actual ministra das finanças, Maria Luís Albuquerque quando esta era a secretária de estado do tesouro embora nnguém queira assumir a culpa do saque feito aos cofres da república.
E graças a estas brincadeiras de muito mau gosto e outros negócios esquisitos que ninguém consegue entender a não ser os próprios membros do poder político da república que os fizeram se abriram buracos brutais nas finanças públicas e em vez de irem a génese do problema, no presente desgoverno resolveram atacar os funcionários públicos e reformados com cortes em direitos mas do que adquiridos e quase com força de direito constituicional e que cuja violação o inútil de Belém fechou os olhos e assinou de cruz como é apanágio da sua inutilidade.
Além do buraco de biliões aberto pelos Swap, se sabe também que a Direcção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF) contratou o escritório de advogados Morais Leitão, Galvão Teles da Silva e Associados e tal contrato de consultadoria jurídica custou ao erário público 418 mil euros já com impostos incluídos e ao mesmo tempo andam a cortar aos de sempre para deitar dinheiro ao rio e coisa que não falta na assembleia da república além dos ladrões, vigaristas, agiotas e economistas, é advogados que cuja consulta ou parecer ficaria mais em conta do que a ulilização dum escrtório de adovgados que arruinar ainda mais as finanças públicase nós como sempre a pagar.
Gostava eu e muitos de nós saber quem são os culpados por estes contratos, quem os criou sem pensar nas consequências e porque raio não existem punidos nesta história ainda mal contada e que no fim quem paga são sempre os mesmos de sempre e estes de sempre estão fartos de sacrifícios que não levam a parte nenhuma a não ser encher os bolsos dos mesmos criadores destes créditos e se na lista dos benificiários dos Swap aparecerem empresas de transportes públicos, têm uma boa solução que é apertar a fiscalização e apanahrem os borlistas e depois vão ver como o prejuízo acaba logo.
E ficam as minhas perguntas de sempre e quase sempre sem resposta: Porque são sempre os mesmos a pagar ? Quem são os culpados dos Swap ? Porque ninguém assume a culpa política ? Porque não existe processo judicial sobre o assunto ? Alguma vez vai ser feita justiça neste caso em particular ? Na justiça todos andam a dormir ? Quanto mais vamos pagar por isso ? Que caminho leva a nação ? Para que nos serviu o 25 de Abril ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
O branco sobre o preto com caracteres pequeninos torna a leitura díficil - sugiro uma cor menos escura e caracteres maiores.
ResponderEliminarQuanto ao assunto, nada a dizer, a minha posição é deixar arder pois a maioria dos portugueses vive alheado das coisas da política - acham que é assim mesmo, foi e será.
A mudança virá um dia d estrangeiro - quando o mundo mudar Portugal mudará. Normalmente com uns anos de atraso. Aconselho as práticas orientais que focam a existência na independência do estado pessoal em relação ao mundo. Isso ou a emigração.
Em primeiro lugar agradeço a sua opinião sobre as cores do blog e assim que me for possível irei melhorar.
ResponderEliminarEm relação as mudanças em Portugal, infelizmente da maneira como as coisas andam, é tal qual como disse porque o poder político da república está a espera que apareçam extremistas que têm acertado no alvo quando usam do tempo de antena cada vez que apontam o que vai mal na nação e nem sei aonde para o espírito de desenrasco que tanto caracterizou o português comum (vulgo o estilo MacGyver) e que agora parece esquecido