Pois, Conjuremos

Hoje passa mais um aniversário do jantar dos conjurados que foi o ponto de partida para restauração da indenpendência nacional que nos tem sido roubada todos os dias por vários desgovernos e governos que têm vendido a nação aos pedaços conforme lhes cheira a dinheiro traindo uma nação praticamente milenar.


Conjuremos pois contra os mentirosos que nos roubam o nosso pão de cada dia em nome de sacrifícios que ninguém explica ou quer explicar embora se  veja cada vez mais gorda a porca da política da república como fosse um porco cevado mesmo a jeito da engorda para ir a caminho da matança do porco e acabar em bifanas e em enchidos para nos matar a fome durantes uns tempos.


Conjuremos pois pela nação e não contra ela ao contrário daquilo que o poder da república tem feito nos tempos mais recentes e que cuja actuação da União Europeia os desmandos de Berlim parecem saídas da cabeça maquiavélica do Conde-Duque Olivares e da Duquesa de Mântua e urge que esta gente seja corrida do nosso território e do nosso dia-a-dia já de si duro como o gelo devido a situação de crise que o mundo atravessa e como sempre vem cair em cima dos mais fracos.


Conjuremos pois contra um regime que nada tem a ver com aquilo que se convencionou chamar democracia e que nasceu com grande esforço de muitos esquecidos numa distante Primavera de 1974 que nada teve a ver com a Primavera de Praga, mas que no mundo civilizado foi quase uma nova Primavera dos Povos embora com muitas e muitas falhas.


Está na hora de um novo grupo de conjurados salvar a nação porque esta mesma nação de seu nome Portugal está farta de ouvir sempre a mesma conversa sempre das mesmas pessoas que quando estão no poder mijam de uma forma e quando estão fora deles mijam de outra, mas que no fim quem tem que passar com a lixívia para limpar o mijo são os de sempre como sempre os que estão em baixo e os que trabalham mesmo a sério e não os que dizem defender o povo porque na realidade estão a defender a sua carteira.


E por isso a conjura de 1640, em nome da nação, de nós e de todos os nossos entes queridos: passados, presentes e futuros tem que ser repetida e os traidores da nação têm que ser defenestrados porque há muito já o fomos mas sem dar por isso e longa vida aos conjurados de 1640 que muita falta nos fazem...


Desta vez não deixo perguntas, apenas o pedido de sempre para ler, comentar e divulgar

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