Enquanto Passos Trata das Hemorróidas ao MPLA com a Língua....

...Em Moçambique a guerra regressa mais de vinte anos depois de um grande homem ter conseguido através dos seus intermediários chegar a paz.


 


 


 


Sim, os piores receios de  muitas pessoas quando a agitação armada começou no Verão do hemisfério norte em território moçambicano com cortes de estrada, pequenos conflitos armados e até com expulsão de alguns estrangeiros se confirma, porque hoje as forças armadas da antiga província ultramarina portuguesa entraram no quartel-general da oposição à ditadura da FRELIMO e o seu líder, Afonso Dhlakama está em parte incerta e o presidente da república de Moçambique veio dizer que ordenou esta operação para manter a unidade nacional


Apenas se sabe que o movimento da oposição moçambicana, RENAMO; denunciou o acordo de paz de Roma, trocando por miúdos, suspendou o acordo de paz de forma unilateral (pelo menos de forma em que a comunicação social soube) e que se limitaram apenas a evacuar os civis da sua base perto do Parque Nacional da Gorongosa, ficando os militares leais a RENAMO e nem sabe aonde para o seu líder.


Estranha ver a atitude de silêncio total em relação ao assunto, enquanto tudo se preocupa com o assunto Angola e o seu principal culpado do lado português continua no seu cargo em vez de ser corrido e na contra-costa do império ultramarino português em África uma guerra civil está praticamente declarada e não existe nenhuma alma na lusofonia capaz de dizer chega ou parem enquanto até o ministro das reformas (segurança social) também já foi a Angola tratar das hemorróidas aos ditadores do MPLA mesmo apesar do chorrilho de ofensas feitas no pasquim oficial da ditadura comunista ou supostamente comunista do MPLA a todas as insituições da república que faz com as piadas do Contra-Informação ou de Herman José não passem de brincadeiras de criança.


E curiosamente contra Angola nada é dito e para ver o que se passa em Moçambique nada é feito quando se deveria de dar um murro na mesa para calar as ofensas vindas da antiga pérola do império ultramarino de Portugal e ver na outra província que fez parte do Mapa Cor-de-Rosa o que se passa para que aquelas almas se voltem a matar uns aos outros que nem cães como foi nos tempos da primeira guerra civil.


Esta situação seria literalmente um teste de fogo a utilidade da CPLP (depois do fracasso da Guiné-Bissau) como associação de países de culturas e línguas iguais ou semelhantes como a Commonweatlh ou a Francofonia onde quando é o toca a reunir este acontece e quase sempre com bons resultados e se a CPLP nada fizer na situação moçambicana, então pouco mais é que um clube de gamão ou outro desporto qualquer porque não sabe ser uma associação de países que têm mais em comum do que diferenças.


Apenas espero que este conflito em Moçambique seja algo que acabe de forma rápida porque já chega de violência num mundo, numa Deusa Gaia que segundo James Lovelock é implacável para quem a magoa e cada vez que uma guerra ou outra agressão é feita a Mãe - Terra esta responde à letra com desastres naturais e outros eventos semelhantes e a irracionalidade de alguns seres leva com que os inocentes aguentem com os castigos de mãe Gaia.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Aonde esta situação vai parar ? Se temos outra guerra, quem a vai parar ? Quantos mais têm que morrer para que haja paz definitiva em Moçambique ? Porque Portugal não vira a agulha para Moçambique ? Alguém sabe dizer para que nos serve o ministério dos negócios estrangeiros ? Para quando a paz ? Será precisa a intervenção do Papa de novo ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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