A Ardente Ingratidão da República ou o Cenáculo no Funeral

Há coisas que não consigo meter na minha cabeça e muito menos as compreender porque simplesmente não acontecem nas chamadas nações civilizadas assim como o Brasil ou a Itália e que acontecem em Portugal e não vos falo do custo de vida, mas sim de eventos que possam parecer completamente distntos uns dos outros mas acabam por estar ligados de forma que ninguém esperava.


E a ligação é dolorosamente simples: enquanto foram os enterros dos bombeiros falecidos neste Verão que juntaram centenas de desconhecidos e mostraram um país onde os políticos de todos os espectros para nada servem, nem luto nacional e muito menos condolências publicas houve e em compensação um economista mais ultra-liberal do que a baronesa Tatcher e que foi um dos vendilhões da nação de seu nome António Borges, juntou centenas de políticos qual fosse um cenáculo maçónico no seu funeral, enquanto nem um único deputado esteve no funeral dos bombeiros ou vem ascultar o que está mal.


Mas enquanto as cabeças do poder politico da república não pararam a suas férias por causa dos incêndios e das vítimas causadas (leia-se presidente da república e presidente do conselho ou primeiro ministro), vieram logo como fossem a tirar o pai da forca assim que souberam da morte de António Borges interrompendo as respectivas férias, enquanto se sabe que o Sr. António Borges nada fez pela nação e cuja obra está para o estado em que se encontra Portugal como um incendiário patológico no Pinhal de Leiria e depois ainda se soube, salvo erro, pelo jornal I, que o facebook daquele ser ou coisa inútil que diz ser presidente da república e que diz trabalhar no Palácio de Belém disse que enviou as condolências para as famílias e respectivas corporações e batalhões e que estas mesmas foram enviadas e foram feitas de forma discreta.


De forma discreta se agradece a 3 bombeiros que deram a vida pela vida, que deram a vida pela nação quando os seus nomes deveriam de serem conhecidos pela nação e lembrados para sempre e ao mesmo tempo aparecem todos ao enterro de um ultra-liberal ainda pior que Tatcher como ele fosse o Papa ou o Cardeal de Lisboa, parando férias e não calhou marcarem dia de luto em tributo a António Borges e aos bombeiros e todos aqueles que dão vida por esta nação as condolências do poder político devem ser públicas para que os caídos nunca sejam esquecidos e sempre lembrados hoje e sempre.


Se o melhor cidadão birtânico de todos os tempos, Sir Wiston Churchil, visse o que este desgoverno e este regime acéfalo está a fazer com todos aqueles que dão a vida pela nação, simplesmente se passa da cabeça porque uma coisa que o grande mas grande mesmo estadista britânico nunca deixou de fazer foi dizer simplesmente obrigado a todos que cairam em nome do Reino Unido na verdadeira guerra contra o mal que foi a II Guerra Mundial e em plena Blitz londrina, bem em plena Batalha de Inglaterra, o grande cidadão do mundo Churchil disse uma das suas muitas frases mas que no caso dos incêndios florestais e em especial aos bombeiros portugueses assenta que nem uma luva


 


 


“Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos.”


 


 


 


 


E esta frase que era para os 2900 jovens pliotos da Royal Air Force que iam literalmente para a boca do lobo, para uma morte quase certa, para defender a sua nação pode ser muito bem aplicada porque Portugal no seu todo como nação tem um dever de gratidão nunca com políticos ultra-liberais e possivelmente maçons, mas sim com os militares, pessoal médico e nos tempos presentes sobretudo aos bombeiros porque se não fossem eles, esta nação ingrata seria apenas um deserto sem quaisquer florestas e não aceito que num funeral de um bombeiro nem um deputado da república esteja lá presente e muito menos aceito condolências "discretas" para as famílias que perderam os seus flhos quandos estes estavam a lutar contra um fogo criminoso, um fogo assassino, que morreram em nome do ser humano e da nação; sim morreram em nome da nação e estes palhaços do poder da república porque para mim a escumalha que está na assembleia da república é tudo farinha do mesmo saco não sabem fazer aquilo que o grande Churchil fez há mais de 70 anos.... dizer obrigado a todos aqueles que deram ou iam dar a vida pela nação, pela pátria.... triste nação é Portugal e não nos podemos esquecer quando foi a tragédia ferroviária na Corunha ainda há poucos meses atrás, apareceu TODA A FAMÍLIA REAL tanto para confortar as famílias dos mortos como saber o que seria preciso, desejar as melhoras aos feridos e agradecer todo o trabalho que os médicos, enfermeiros e equipas de socorro empregaram para salvar o máximo de pessoas e ao mesmo tempo saber culpados e a família real espanhola parou as suas férias.... mas aqui em Portugal o inútil de Belém e nem o candidato a Salazar que está no palácio de S. Bento mexeram uma palha sequer e ao mesmo tempo assim que um camarada deles bateu as botas vieram logo para o funeral...que juntou tanta gente do poder da república que a Basílica da Estrela foi pequena para tanta gente e o que é um bombeiro ou um militar comparado com um político.... bem apesar dos bombeiros e dos militares fazerem mais pela nação do que todos os políticos juntos; para o poder da república só merece homenagem quem é do cenáculo porque de resto para a república se alguém dá a vida pela nação que se lixe é menos um e nem um obrigado dizem, ora porra para a republica.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Porque vieram todos ao enterro de António Borges e não apareceram nos funerais dos Bombeiros ? O que António Borges fez por Portugal que um bombeiro não fez ? Porque não as condolências públicas aos caídos nos incêndios florestais ? Qual o medo de dizer obrigado ? É com segredinhos que agradecem as vidas dadas pela nação ? Como se classifica uma nação que não lembra os caídos e nem sequer diz obrigado aqueles que morrem em acção ? Que país é Portugal, afinal ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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