Que Grandes Fascistas Que Estão Na Ibéria
As duas nações ibéricas, Portugal e Espanha, estão a viver em período de austeridade graças a ganância e a gulodice de uns quantos tubarões do grande capital que minaram as respectivas economias e que resultam em falências de empresas, desemprego e miséria generalizada com consequências sociais extremas e que acham situação semelhante no período de tempo que antecedeu as ditaduras da Europa Ocidental dos anos 20,30 e 40.
Um dos problemas que ainda agravam a crise que existe na eurolândia, mas sobretudo nas nações que fazem parte dos PIGS, sobretudo na península Ibérica devido a sua situação periférica é o extremo envelhecimento da população o que reduz de forma grave os descontos para os sistemas de protecção social porque cada vez há mais reformas e subsídios equivalentes a serem pagos e cada vez há menos trabalhadores a descontarem o que se torna insuportável não só para a economia actual, bem como ainda vai ser pior para aqueles que trabalham no presente.
E uma das formas de esta crise geracional ser atenuada seria a existência de mais nascimentos que pelo menos conseguissem chegar a média de 2,5 filhos por mulher, acontece que de todas as nações da eurolândia, onde se nasce menos é mesmo em Portugal e Espanha onde nem chega aos 2 filhos por mulher (embora hajam poucas excepções) de mulheres que arrisquem terem mais de um filho nas nações ibéricas e como não bastasse a baixa fertilidade na Ibéria sobretudo por motivos económicos agora aparecem patrões tanto em Portugal como em Espanha que despedem grávidas, bem melhor falando; mais patrões que despedem grávidas porque este flagelo já vem detrás, mas com o avolumar da crise, as entidades internacionais estão a abrir os olhos.
E na edição electrónica do suplemento Life & Style do jornal Público vem dois casos que mostram a brutalidade que nem é capitalista, e até se pode considerar pior que nazi que existe nos dois lados da fronteira.
O primeiro caso é da espanhola Cármen Mateu que foi despedia de dois empregos diferentes sempre que ficou grávida e comunicou o facto as respectivas chefias e quando não a despediam faziam que ela fizesse longas deslocações que fazia com que dormisse várias noites fora de casa quando no respectivo contrato de trabalho não vinha quaisquer deslocações e em Espanha cada vez são mais os casos de grávidas despedidas o que é uma violação descarada dos direito humanos que nem nos tempos do Franquismo era feita e agora Cármen é presidente do Instituto da Política Familiar da Comunidade de Valência (IPFE, site: http://www.ipfe.org/) uma entidade civil independente que actua a nível internacional na “promoção e defesa da instituição familiar”.
E como não poderia deixar de ser diferente, o que acontece em Espanha, também tem que acontecer em Portugal e no mesmo suplemento vem o caso de uma portuguesa que se esconde no anonimato e sente medo de ser despedida, não que na firma onde trabalha tenha acontecido isso, mas já tem tido conhecimento de despedimento de grávidas e com 32 anos não quer perder o seu emprego porque o patrão não quer que seja mãe e as autoridades da república não respeitam mesmo os direitos humanos apesar de se virem pavonear com os números do aborto voluntário para os telejornais, Em 2012, a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) deu 105 pareceres favoráveis ao despedimento de grávidas, mulheres que tinham sido mães recentemente ou de trabalhadores em licença parental. Em relação aos 29 pareceres favoráveis dados pela CITE em 2010, verifica-se um aumento de 3,6 vezes. Apesar de as estatísticas também incluírem pais em licença, as mulheres (grávidas ou lactantes) representam 91% dos despedimentos.
Bem na minha família já aconteceu um caso semelhante embora na altura não se sabia que se ia ter gente nova na família e o tempo de "paragem" não chegou a ser um mês felizmente, mas não pagaram a segurança social o que deu muito trabalho e deu para ver o quão ruins são as autoridades da república.
Gostava de saber para que serve a CITE se aprova que mulheres e homens que acabam de ser pais não possam gozar as respectivas licenças quando aprovam o seu despedimento, facto o qual não acontece na pátria do neo-liberalismo, os EUA, e gostava de sabe quem são as bestas que estão por detrás deste crime contra a humanidade e apenas colocam como direito da mulher o direito a abortar e não a defendem quando a mulher quer ser mãe; é caso para dizer ora porra para isto porque por um lado se queixam que há pouca gente a nascer e que não há a chamada renovação geracional e por outro lado glosam o aborto e permitem o despedimento de mulheres grávidas ou com filhos recém-nascidos.
Cada vez mais desconfio que no poder político andam metidos no ácido (LSD), mas ainda mais metidos do que andavam Beatles e Pink Floyd juntos e mais agarrados a heroína do que os Stones ou os Ramones, porque só assim explica esta violação dos direto humanos e depois não há-de haver menos gente nova a nascer, pois qual é a mulher no seu prefeito juízo que dá a luz uma vida para sofrer por causa de leis criadas por verdadeiros filhos da puta que não sabem o que é ser mãe ou pai.
E ficam as minhas perguntas de sempre: Aonde param os direitos humanos ? Será que para esta gente da política o direito da mulher se resume a trabalhar, abortar e votar ? Aonde para a humanidade no mundo de hoje ? Como querem que haja mais gente a nascer se despedem mulheres grávidas ? Quem são as bestas que estão por detrás destas leis ? Porque todos se calam ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divugar
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