Insegura Insegurança do Seguro Volúvel
Hoje não vi a proclamação do suposto líder da oposição dentro do círculo do poder da república porque tinha entre mãos trabalhos mais importantes do que aturar políticos a arrotarem postas de pescada porque ao contrário dos políticos da república em especial os eleitos que só lhes falta ter um empregado para lhes limparem as partes baixas cada vez que têm que ir a casa de banho porque de resto têm tudo, eu estava a fazer o meu jantar e a lavar a loiça e além disso não tinha a mínima pachorra para autrar um elemento que já fez parte do aparelho de poder da república, que comeu da mesma gamela que os corruptos que estão no poder comeram e sobretudo comeu da gamela de José Sócrates um dos principais responsáveis pelo estado actual das finanças públicas da nação.
E o dedo dos manos do avental e quem sabe de Sócrates porque na comuncação de hoje de António José (In)Seguro já não fo pedida a cabeça do desgoverno Passos Coelho numa bandeja de prata e apenas disse que não entra em mais austeridade sem pedir eleições gerais antecipadas algo que era pedido pelo mesmo ainda na sexta feira depois do chumbo do orçamento do estado 2013 por parte do Tribunal Constitucional embora o mesmo PS tenha assinado o memorando de entendimento com a troika e tenha fechado os olhos aos abusos feitos pelo desgoverno Passos Coelho e agora se venha armar em protector dos pobrezinhos quando se sabe que boa parte das contas que estamos agora a pagar têm como culpado não só a corja do BPN, bem como toda a corja socialista dos tempos de Sócrates, da qual fez parte António José Seguro o qual não tem a mínima pinga de moral para criticar os abusos de Passos Coelho quando o próprio Seguro ajudou Sócrates a criar as raízes onde estes mesmos abusos assentam.
É uma verdade que Passos Coelho está a abusar, mas também não deixa de ser verdade que o desgoverno socialista tem as suas culpas e como sempre nestas guerras quem está no meio é que leva com os estilhaços e os culpados da guerra passam por heróis quando os verdadeiros heróis são aqueles todos que estão por baixo dos pés do poder político da república que arranja todas as formas e mais algumas para roubar quem trabalha para sustentar esta nação que tem uma cambada de parasitas na política e que cada vez são mais e não dão exemplo nenhum de austeridade enquanto eles pedem ao povo para apertar o cinto.
Ainda nestes dias, o Prémio Nobel da Economia 2008, o norte-americano Paul Krugman disse que chegou a altura de Portugal dizer "Just Say No" (apenas dizer não) a mais austeridade por parte da troika e que aquilo que deveria de ser feito em Portugal e em todos os países que estão subjugados por esta austeridade é apenas acabar com ela se seguindo o modelo keynisiano em que temos na New Deal de Fraklin Delan Roosevelt um expoente e que em grosso modo se rege com um Estado intreventivo na economia, criando um estado-providência ou estado do bem-estar como na Escandinávia e que, segundo Krugman, o segredo para se vencer esta e todas as crises é colocando o dinheiro a circular, aumentando-se a procura e por consequência a oferta assim se gerando mais emprego e por tabela mais receitas fiscais e não é com dinheiro parado em poupança que um estado ou nação andam porque com o dinheiro parado num sítio ou na mão de alguém sobretudo privado, quem precisa do dinheiro para comprar e obrigar que se produza mais não tem este mesmo dinheiro para comprar e colocar a máquina produtiva a andar porque dinheiro parado num banco ou debaixo de um colchão não produz nada.
No caso português a solução é estupidamente simples: o primeiro passo é se reduzir a estúpida carga fiscal portuguesa que é mais elevada até do que a alemã; depois o passo seguinte era uma monitorização canina dos bancos e das fugas ao fisco e neste caso muito menino grande da política iria pagar; depois simplesmente sair-se do euro para que com uma moeda mais fraca ou mais adaptada a uma economia exportadora como a portuguesa se exportasse e bem para que existisse dinheiro suficiente para que todos tenham o mínimo de conforto.
Trocando por miúdos: com impostos mais baixos havia mais gente a pagar porque o esforço fiscal era dividido de forma mais suave entre todos e por tabela mais dinheiro entrava nos cofres públicos, a vigilância bancária apanhava a lavagem de dinheiro e as falências fraudulentas dando mais receita ao Estado e uma moeda mais fraca daria a ilusão de mão de obra barata e assim aumentava tanto o investimento externo como interno, aumentando a procura e caminhando para o emprego total.
Todavia esta é a lógica defendida por um Prémio Nobel da Economia, norte-americano, escritor de várias obras e que dá aulas na mesma universidade onde Albert Einstein deu aulas, a Universidade de Princeton; enquanto os ministros dos mais recentes desgovernos que pastaram pela praça de touros de S.Bento muitos se dizem doutores sem sequer terem acabado os respectivos cursos universitários e se são doutores é graças a mania do rebanho que habita Portugal tem a mania de baixar as respectivas armações a qualquer burro, jumento ou besta de fato completo apenas porque é ministro e é logo varrido de doutor quando muitas vezes sabem menos e têm menos cultura que um aluno liceal ou mesmo um estivador.
E ficam as minhas perguntas de sempre: Porque Portugal não sai do euro ? Porque raio há-de Portugal ficar no euro se não tem dinheiro para sobreviver ? Porque Tó-Zé Seguro desistiu de pedir o poleiro ? O que será preciso fazer para Portugal voltar a ser uma nação ? Do que nos serve a república e o seu presidente ? Para que nos serve o programa de Sócrates na tv do Estado ? Para que serve dinheiro parado ? Em que universidades fizeram os respectivos cursos os políticos da república ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
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