Há 20 anos, numa tarde de Chuva.....
Anteontem passaram 20 anos sobre um mui chuvoso grande prémio de Fórmula 1, quando ainda valia a pena ter como sobremesa depois do almoço o ruído daquelas máquinas diabólicas e valia a pena ter tão ruidosa sobremesa porque naqueles 24 ou 26 pilotos havia um certo brasileiro, nascido sob o signo do Carneiro e como todos os nativos deste signo astrológico tem sempre o sangue a ferver, é teimoso, egoísta, não tem medo nem sequer da morte e tem uma ambição tão desmedida como a bondade que muitos nativos deste mesmo signo astrológico têm.
Este grande brasileiro que depressa se tornou num cidadão do mundo se chama, porque os deuses nunca morrem, Ayrton Senna e no dia 11 não pude vir aqui porque devido a um patch defeituoso do windows fiquei com a template do blog toda estragada e não pude escrever e admiro Senna exactamente pela sua ambição e ao mesmo tempo pela sua coragem naquelas máquinas que nem metade das medidas de segurança têm hoje em dia os carros de Fórmula 1 e há 20 anos foi uma corrida, não uma simples volta num circuito inglês mais talhado para motos e carros de turismo ou classes de formação do que para F1 chamdo Donington Park e que segundo os críticos não tinha pontos de ultrapassagem mas nesta primeira volta ao traçado inglês, Senna mostrou que mesmo num McLaren com um motor de bosta ela sabia o que é conduzir a chuva num circuito onde não havia pontos de ultrapassagem e ele descobriu 3 há 20 anos atrás ..... e desde de 94 que a Fórmula 1 morreu.....
para sempre o Deus da F1 Ayrton Senna da Silva, do Brasil, do mundo e do Universo
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