Capitão, Meu Capitão, A Vida é Mais do Que Palavras, é acção
Quando falta uma semana para o 25 de Abril aparece o sempre polémico Capitão Vasco Lourenço a atiçar o fogo da revolução que possa existir em Portugal e que está mais morto que as brasas dum fogareiro num fim de dia de festas dos santos populares e que a cabeça do inútilo presidente da repúblca.
Além de comprar a coligação de desgoverno a um par de Pides sendo o pide mau o PSD e o pide bom o CDS, lembra que a maniferstação de 25 de Abril vai ser o reflexo do descontentamento geral da nação e aponta a inutilidade do presidente da república embora reconheça que passados 39 anos da revolução que o país está mais desenvolvido do que no tempo do Estado Novo. No entanto afirma que a troika são os governadores de um país ocupado que é Portugal e não reconhece legitimidade democrática nem no presidente do conselho, Passos Coelho nem no inútil do presidente da república que não passa do habitante de Belém.
Mas o povo está farto de palavras, porque os problemas de Portugal actualmente são mais do que palavras e se tem que resolver algo mais que palavras e isto só vai com acções directas e precisas como foi o 25 de Abril de 1974 e não palavras porque para conversa os portugueses vêem o professor Marcelo Rebelo de Sousa na televisão a tentar vender alguns livros ao mesmo que analisa a acutalidade e até tem um paleio que todos acabam por entender.
Não nos podemos esquecer que não um nem duas vezes que Vasco Lourenço abre a boca para servir de voz a maioria silenciosa que nunca teve voz nem antes nem depois do 25 de Abril embora boa parte das vezes mais valia ter se calado e por outras vezes está calado demais e não fala quando deve falar e se juntarmos a vontade da Associação Nacional de Sargentos se manifestar na manifestação anual que lembra o dia daquilo que perdemos sobretudo depois de termos entrado no euro, uma coisa chamada liberdade.
Sim alguém se sentir de alguma forma lesado por este sistema político, sim deve se manifestar para mostrar ao poder da república que quem manda é o povo e os políticos apenas são servidores do povo e não se servem do povo seja para o que for, mas isso é muito bom de dizer e não vejo quem de dever tem velar a democracia ainda não se desatou.
E ficam as minhas perguntas de sempre: Aonde vamos parar ? Quando é que se passsa das palavras aos actos ? Andam a dormir ? Aonde para o espírito da revolução ? Que país é Portugal ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
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