A Insustentável Leveza da Democracia que os Turras não Conseguem Suportar

Enquanto aqui em Portugal e um pouco por todo o mundo se mostra a indignação contra as ditaduras ou pseudo-democracias, movimento que começou em Espanha com os "Indignados" passou para Portugal, se estendeu aos países árabes, embora na Síria a coisa tenha dado para o torto e até dos EUA se fez sentir o descontentamento com a situação causada pela ganância e pela crise que se vive pelo mundo e na volta em alguns casos se clama por liberdade (ver o caso da Primavera Árabe) e hoje na antiga província ultramarina de Angola que era a pérola do império houve mais uma prova da repressão imposta pela ditadura do Sr. Eduardo dos Santos.


Hoje mais um grupo de descontentes com o regime de Eduardo dos Santos, antigo turra do MPLA e que os desgovernos portugueses têm feito os favores até tratar das respectivas hemorróidas com a língua em troca de petróleo e na volta a herdeira deste facínora que foi sustentado por Havana e Moscovo e andava a assassinar portugueses durante a guerra do Ultramar tem estatuto especial em Portugal e não nos podemos esquecer daquela polémca que se gerou depois da crítica feita aos custos da edição especial do programa Prós e Contras da RTP feito directamente da antiga província ultramarina portuguesa e que acabou com a retirada do ar da Emissora Nacional (hoje em dia conhecida por Antena 1) de um programa de debate político relativamente imparcial porque se criticou os gastos feitos nesta emissão e se criticou de forma aberta a ditadura angolana e como tal este programa levou com a censura escondida que existe em Portugal e que impede que se critique ou se fale no assunto "Angola" tal como era nos tempos do Estado Novo, ao ponto de querem proibir um livro que conta a verdade sobre o tráfico de diamantes naquela antiga província ultramarna portuguesa.


Mas esta intenção de submissão ou mesmo repressão não se sente só em Portugal, porque na própria Angola esta repressão exisite e mostra ao mundo civilizado que não quer ser cego que os supostos "movimentos de libertação" dos tempos da guerra do Ultramar conseguem ser ainda mais infames do que o governo do Estado Novo em especial em Angola porque não nos podemos que todas as infrastraturas que existem na antiga província ultramarina foram construídas quando Angola era uma província ultramarina portuguesa.


Esta infâmia se reflecte no desaparecimento de activistas anti-MPLA e hoje foram presos mais 18 pessoas entre as quais dois activistas, e segundo o Movimento dos Jovens Revolucionários chegou a haver abusos sexuais e outras sevícias contra refugiados congoloeses que estavam refugiados em Angola e esta verdade sobre a antiga província ultramarina está publicada no Facebook, na página Central Angola onde a verdade sobre Angola que é escondida se torna revelada para o bem de todos e para se saber com que facínoras anda o desgoverno da república portuguesa a fazer negócios.


E ficam as perguntas de sempre: Afinal o que se passa em Angola ? Como ainda se fazem negócios com esta ditadura ? Qual o medo dos comunistas do MPLA da oposição ? Quem os sustenta ? Será que Portugal se está a tornar uma província de Angola ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

Comentários

Mensagens populares