Xeque ao Bispo, ou o Bispo Rosa

 Nesta quaresma maracada pela Sede Vacante no Vaticano e com os preparos para o conclave que vai acontecer na Semana Santa embora já se fale em antecipação porque o anterior Papa não faleceu no cargo como é usual, mas apenas renunciou ao cargo devido a problemas de saúde segundo as fontes oficiais.


E nesta semana tem dado que falar a denúncia de assédio sexual por parte do antigo bispo-auxiliar de Lisboa D. Carlos Azevedo e que segundo a Visão que tem o exclusivo nesta bomba e que a apenas fornece na sua edição em papel ou em tablet (ambas pagas) mais detalhes sobre este caso que está a manchar quase de forma irreversível a imagem da Igreja Católica em Portugal.


D. Carlos Azevedo pelo que se sabe foi nomeado em 2011 para o Conselho Pontifício de Cultura do Vaticano e segundo a revista jornaíslitica que é a herdeira do períodico O Jornal; afirma  que o bispo português que era um dos mais fortes candidatos para substituir o Cardeal de Lisboa D.José Policarpo que está resignatário; no entanto os abusos feitos por este bispo (antes padre) já vêm dos anos 80 do século passado mas vieram a lume com esta mesma nomeação para o Vaticano que deixaram a Conferência Episcopal Portuguesa com os queixos caídos.


Investigação jornalística por tudo que é lado e uma associação que dá pelo nome de Rede dos Cuidaores que confirma pleo menos o assédio a uma dos seus utentes por parte de D. Carlos Azevedo e outro lado duas figuras conhecidas da Igreja Católica portuguesa bem conhecidas do grande público português: o Padre Correia das Neves e o Bispo das Forças Armadas D. Januário Torgal Ferreira confirmam as tendências homossexuais de D. Carlos Azevedo.


Algo que não consigo encaixar na minha cabeça é como um padre que depois sobe a bispo e acaba no Vaticano, é homossexual e em vez e sair da vida activa da Igreja Católica como recomendaria o bom-senso canônico pelo facto de existir a obrigação do celibato e a recomendação de uma vida casta (embora o celibato não implique a abstinência sexual); embora nas Igrejas Ortodoxas até o casamento para padres é recomendado nos seus preceitos, embora para se ser bispo se tenha que que fazer o celibato; mas a homossexualidade é um acto condenável para boa parte das religiões do mundo, e apesar de eu não ter nada contra os homossexuais, este mesmo senhor Bispo deveria de sair da igreja ou pelo menos  suspender as suas activdades espirituais enquanto este processo durasse.


E ficam as minhas perguntas de sempre: Porque D. Carlos Azevedo não sai da Igreja ? Aonde já se chegou ? Não seria melhor os padres da Igreja Católica se poderem casar ? Quando a Igreja volta a recuperar a sua imagem ?


Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar

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