Falsos Como Judas ou o Acordo de Munque Pós-Moderno Revisitado
Confesso que ando a cometer uma pequena infracção as regras da república que é desfolhar um livro electrónico de uma tradução sofrível da obra biográfica de Adolf Hitler, "Mein Kampf" que aos mais inteligientes nos quais não se incluem os actuais membros do poder da república é o caminho que este desgoverno está a levar ou a preparar para que apareçam movimentos extremistas que deem voz a enorme maioria silenciosa que é constantemente silenciada por esta podre república há mais de um século.
E como já tivesse sido humilhada o suficiente, esta enorme maioria silenciosa e silenciada que é o povo português, se soube pelo períodico Sol que muitos diziam ser tendencioso e feito com alguns grupos, descobrir a verdade que nas costas de todos os portugueses está a ser feito uma cópia pós-moderna revisitada do infame Acordo de Munique (assinado em 1938, pela Alemnha de Hitler, a Itália de Mussolini, a França de Daladier e o Reino Unido de Neville Chamberlain) que cederam, nas costas dos checoslovacos, às pretensões nazis de anexação do Território dos Sudetas (comunidade germanófona que habitava na área da cordilheira dos Sudetas) e que culminou na ocupação total da Checoslováquia cerca de um ano antes do começo "oficial" da Segunda Guerra Mundial.
E esta cópia pós-moderna revisitada aconteceu em Portugal quando se soube pelo perídico olisponense sediado na zona da Baixa Pombalina que tanto pseudo-ditador Pedro Passos Coelho como o Judas António José Seguro andam a negociar de forma secreta no palácio de S.Bento acordos sobre as medidas da Troika sem dar conhecimento nem aos miitantes dos repectivos partidos, bem como sem dar conhecimento claro ao outro membro da coligação de desgoverno e sobretudo nas costas dos deputados da república, mas sobretudo nas costas do povo que estão na mesma posição que a Checoslováquia quando foi assinada a Traição de Munique em 1938.
Confesso que até me custou a acreditar que tinha sido feita tamanha traição ao povo português por aquele que se diz ser o líder da oposição, mas que afinal está feito com o poder da república porque mesmo que seja vontade de Seguro fazer um qualquer pacto com a Troika deveria este de ser do conhecimento geral da nação e nunca feito desta forma assim as escondidas como fosse uma reunião da Grande Dieta da Maçonaria ou ago semelhante.
Este secretismo dá mesmo para ver uma realidade já mencionada aqui neste recanto que este poder político da república está contaminado por estes percevejos parasitas maiores que são os pedreiros-livres também conhecidos por maçons e num artigo de fundo publicado aqui há algum tempo uma grande maioria dos deputados e políticos da república fazem parte de lojas maçónicas sejam elas parte do Grande Oriente Lusitano ou da Grande Loja Legal Regular de Portugal dos quais se destaca o ministro Miguel Relvas que andou tanto a tirar cursos como um qualquer arrumador de carros, a diferença é que Relvas tem as ligações certas para validar cursos que nunca foram feitos assim ao estilo de Alves dos Reis.
Como foi possível se ter derrubado Sócrates por não ter apresentado a Cavaco Silva o PEC IV e estes dois animais escrotos fazem exactamente o mesmo e nada lhes acontece a inda saem a sorrir como nada fosse com eles, mas ainda dz o PS que é a alternativa ao presente desgoverno; bem pode ser é uma alternativa na obediência maçónica que se encontra no poder da república porque de resto, nesta república é tudo farinha do mesmo saco, a qual não podemos confiar e apenas podemos colocar numa inceneradora de lixo tóxico para que se sumam de uma vez.
E ficam as minhas perguntas de sempre: O que é isto ? Somos governados por traidores ? Existe lealdade na república ? O pensa o poder da república do povo ? Para que servem as eleições ? Será que as eleições em Portugal são mesmo democráticas e limpas ? Porque todos se calam ? Será preciso tomar alguma medida para acabar com estes parasitas da república ? Para que nos serve a república e o seu presidente ?
Como sempre vos peço para ler, comentar e divulgar
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